terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Declarações e declarações ...

1ª - Passadas algumas horas sobre os jogos do fim de semana é importante analisarem-se as declarações proferidas por alguns intervenientes do futebol nacional.
Mesquita Machado, Presidente da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol, após o jogo do Benfica/Braga, proferiu declarações que ou prova tudo o que disse, ou deve ser severamente castigado pelos órgãos disciplinares do futebol nacional.
Caso contrário, o futebol nacional teve um regresso de décadas.
2ª - A defesa, impossível, que os dirigentes da APAF têm tentado fazer da equipa de arbitragem que foi manifestamente infeliz nos jogos Benfica/Braga e Porto/Trofense.
3ª - Dos treinadores do Rio Ave FC e do Sporting no lançamento do jogo da Taça da Liga de amanhã. Podem dar imenso relevo a essa competição, mas na verdade, tudo fazem para a desprestigiar - aproveitando para rodarem jogadores. E isto, perante uma competição que tem como prémio final a módica quantia de € 500.000,00, a que acrescem prémios por pontos e de passagem à fase seguinte. O que é prova, ao contrário do que se diz e é propalado pela comunicação social, que os clubes não têm dificuldades financeiras. Numa época de crise profunda quem se pode dar ao luxo de prescindir de tal quantia? Triste futebol este. Na Inglaterra, Espanha e Itália, por exemplo, os titulares fazem dois a três jogos por semana, consecutivamente, com qualidade e competitividade. Só em Portugal é que se fizerem mais do que um jogo, estão cansados. O problema não é dos jogadores - quando vão para esses países jogam ao mesmo nível que os outros. Só pode ser um problema de treinadores e de mentaliddae lusa - a começar pelos sócios que assistem a isto e assobiam para o lado, não exigem assistir a um espectáculo que pagam como de grande qualidade.

Em defesa dos dirigentes ... justa ...

Assisti, ontem à noite, ao programa Prós e Crontras na RTP1, onde se deu relevo à conquista por Cristiano Ronaldo do título de melhor jogador do mundo na época transacta.
Título esse merecidamente conquistado pelo atleta português e que a todos nos enche de orgulho.
Como sempre neste tipo de programas fala-se da qualidade dos dirigentes desportivos de Portugal, quase sempre realçando os aspectos negativos dos mesmos.
Ao contrário de muitos, pensamos que os dirigentes desportivos portugueses, havendo excepções, são pessoas sérias, impolutas e que trabalham altruisticamente em prol do desporto em Portugal. Se analisarmos, na maioria dos clubes e associações desportivas, as únicas pessoas que são verdadeiramente amadoras são os dirigentes, que ao fim do seu dia de trabalho dedicam o seu tempo livre em prol da comunidade em que estão inseridos.
Sem esse dirigentes anónimos milhares e milhares de jovens não tinham acesso à prática desportiva, não tinham oportunidades pata atingirem o estrelato. Já que o Estado se tem demitido de tais funções. Mais, tem criado todas as condições para que aqueles que se dedicam à gestão dos clubes e associações, se afastem.
Em Vila do Conde, felizmente para as associações e clubes desportivos, existe um grande apoio por parte da autarquia e em especial do Engº Mário Almeida, que tem dado frutos ao mais alto nível.
Somos dos que acreditamos nos dirigentes desportivos, que tudo fazem em prol dos clubes que dirigem, dando o seu melhor, quantas vezes sacrificando a própria família.
Aos dirigentes desportivos em geral, e em especial aos vilacondenses, aqui fazemos uma referência especifíca aos do Rio Ave FC, a nossa gratidão.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Análise dos números ...

A postura do Rio Ave FC na Liga Sagres, nesta época, é possível de várias leituras.
Uma delas é a que se prende com o fim do mandato da anterior direcção e o início do mandato da actual direcção. Isto é, a prestação da equipa até 11 de Novembro e após o 11 de Novembro de 2008.
Vejámos:
  1. até 11 de Novembro de 2008: Empates em casa com o Benfica e Porto, fora com o Marítimo, Vitória em casa com o Paços de Ferreira, Derrotas em casa com o Sporting e fora com a Académica e Setúbal. Ao todo sete jogos, seis golos marcados e cinco sofridos, seis pontos conquistados. Quatro jogos em casa, três deles com Benfica, Porto e Sporting (cinco pontos conquistados, Paços de Ferreira);
  2. após 11 de Novembro de 2008: Empate fora com o Nacional, Vitória em casa com a Naval e Derrotas em casa com Leixões, Guimarães e Belnenses, e fora com Trofense e Braga. Sete jogos, cinco golos marcados e dez sofridos, quatro pontos conquistados. Quatro jogos em casa com Leixões, Naval, Guimarães e Belenenses (três pontos conquistados)

Se acrescentarmos a estes resultados a vitória sobre o Leixões (fora) e sobre o Braga (em casa)para a Taça da Liga (arrecadou-se cerca de cem mil euros), tivemos uma equipa competitiva até 11 de Novembro de 2008, aepsar da derrota com o Gil Vicente para a Taça de Portugal. A partir daí foi o descalabro.

João Eusébio nos últimos jogos, por diversas vezes, deu a entender que era tudo uma questão de competências. Todos pensavamos que se estava a referir à qualidade dos jogadores. Agora sabe-se, porque melhor explicado, que se referia a uma questão de liderança da Direcção. E disse-o ao Presidente da Direcção.

A verdade é que o último jogo foi, dos que vimos, o pior do Rio Ave FC na presente época desportiva. A verdade é que até 11 de Novembro de 2008 o Rio Ave FC estava a cumprir integralmente. A verdade é que o balneário (e não só) deixou de estar blindado a partir de 11 de Novembro de 2008. A verdade é que, tristemente para todos nós (a começar, naturalmente pela Direcção e pelo Presidente da Assembleia Geral - que em caso algum o merecia) estamos em último lugar.

Em vez de se estar a tentar a fuga para a frente, dizendo mal dos jogadores, devem-se procurar as raízes do problema e, depois, apresentarem-se as soluções, que até poderão passar pela aquisição de novos e muitos jogadores (pelo vistos o Rio Ave FC não tem problemas financeiros. Carlos Brito já proibiu os dois juniores de treinar com os séniores, e assim vai melhorando a nossa formação).

Estreia de Carlos Brito ...

Carlos Brito assumiu o comando da equipa a meio da semana e, por isso, não teve tempo para preparar a equipa como ele gosta de jogar.
Mas quis dar um sinal claro para o que vem, não abdicando de colocar as peças no tabuleiro num claro 4-3-3, que na prática nunca o foi.
A equipa andou perdida durante a maior parte do jogo e Carlos Brito, mesmo a perder, não arriscou absolutamente nada (deu-me a sensação que preferia perder por poucos a arriscar tudo no ataque).
Na primeira parte apenas se acercou da baliza adversária por volta dos 30 minutos de jogo. Criaram-se algumas oportunidades que, por este ou aquele motivo, não se concretizaram (o mesmo sucedera à equipa adversária).
Na segunda parte o golo adversário criou mais ansiedade nos nossos jogadores, tirou-lhes discernimento e só nos últimos dez minutos, quando se jogou directo para a área contrária, se criaram, novamente, oportunidades.
O Belenenses veio a Vila do Conde com a pior equipa dos últimos anos, com fragilidades evidentes que não soubemos aproveitar e, curiosamente, apostaram mais no seu lado esquerdo (aproveitando os avanços do Miguel Lopes que por diversas vezes foi batido), por onde criaram algumas oportunidades de golo.
Num jogo pobre, fraco e mal jogado foi, dos que se efectuaram em Vila do Conde, o que mais oportunidades teve, quer de uma quer de outra equipa.
Agora há que levantar a cabeça, trabalhar, trabalhar, e durante estas duas semanas, até ao jogo com o Estrela da Amadora, recuperar psicologicamente a equipa (e os adeptos) para se começar um novo ciclo.

Futsal ...

No passado sábado a equipa de futsal defrontou em Vila do Conde a do Braga (à data 3º classificado), num jogo de vida ou de morte para o treinador Paulo Amorim.
Durante a semana cancelara treinos por não se encontrar presente qualquer massagista ou fisioterapeuta e haver jogadores a necessitarem de cuidados médicos, e os últimos resultados não eram nada animadores. Mais, se se tivesse perdido, fica-se-ía em lugar de despromoção.
A equipa, apesar do referido, deu boa conta de si e ganhou por 7-3 (e podiam ser mais).
Todos saímos satisfeitos do Pavilhão de Desportos de Vila do Conde (Apenas vim triste porque a equipa de voleibol do Ginásio Vilacondense acabara de perder com o Machico por 2-3)
A Direcção esteve presente em número apreciável, com o Presidente, pelo menos dois Vice-Presidentes e vários vogais, o que é de realçar. São estes pequenos gestos que, na maioria das vezes, são suficientes para galvanizar as equipas.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Tudo ou nada ...

Amanhã pelas 16 horas o Rio Ave FC defronta em Vila do Conde o Belenenses, num jogo importante para as duas formações. Quem vencer poderá respirar de alívio por uns tempos. O empate é penalizador para o clube anfitrião, equivalente a uma derrota.
Carlos Brito vai assumir o comando da equipa e tem como única desvantagem ter assumido o comando da equipa a meio desta semana.
Jaime Pacheco que, como Carlos Brito, assumiu o comando do Belenenses já a época tinha iniciado, apresenta como desvantagem a falta, por castigos e lesões, de nada mais nada menos que cinco titulares.
É, para o Rio Ave FC, um jogo de tudo ou nada. Em que a equipa do Rio Ave FC é indiscutivelmente a favorita e apresenta a obrigação de ganhar: tem quase a equipa completa, joga em casa, treinador novo e em estado de graça, apoio incondicional dos adeptos. E acima de tudo não pode falhar. Está-se perante aqueles momentos em que não é permitido errar.
A vitória a acontecer, como esperamos, relançará a equipa, colocando-a com toda a certeza, acima da linha de água, motiando-a para os próximos dois desafios de dificuldade alta: Estrela da Amadora e Benfica.
Por tudo o que o clube está a viver neste momento (direcção nova - com empatia entre os presidentes dos diversos órgãos sociais-, treinador novo - escolhido por unanimidade da direcção, segundo o seu presidente e não desmentido publicamente-, equipa adversária fragilizada, comunicação social local ferverosamente apoiante - vejam-se os jornais locais e as rádios no jogo em Paços de Ferreira) os adeptos têm de se mobilizar e apoiar incondicionalmente o clube e amanhã gritarem, bem alto, RIO AVE, RIO AVE!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Miguel Lopes ... prémio ...

Hoje, Miguel Lopes vai receber do Sindicato dos Jogadores o troféu de "Melhor do mês".
Justo prémio para quem tem lutado por um lugar ao sol no futebol profissional.
Aqui recentemente se afirmou que o Miguel Lopes estava de saída para o FC Porto, estando praticamente tudo acertado. Acontece que, nisto de transferências existem avanços e recuos, poderá acontecer que não se venha a confirmar. Porquê? Por duas razões. Uma foi a não comparência da Direcção do Rio Ave FC a duas reuniões com o FC Porto (propositadamente?), a outra é que a Direcção estava (e ainda estará depois do desfecho do caso de Fábio Paím?) a tentar a sua transferência para o estrangeiro (onde os valores pagos são bem maiores do que os nacionais), mas o mês de Janeiro avança e o empresário encarregado do negócio não tem tido boas notícias (a crise é global).
O dilema da Direcção é optar por ter uma pomba na mão, ou duas a voar?

Fábio Paim ...

Segundo o JN Fábio Paím deixou de treinar no Rio Ave por não fazer parte dos planos de Carlos Brito.
Esta notícia merece-nos apenas um comentário: a paz e a tranquilidade vão regressar ao balneário.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Fábio Coentrão ... e um alerta ...

Se tudo correr como vem na imprensa espanhola e no sítio do maisfutebol, Fábio Coentrão passará a partir de hoje a representar o Rio Ave FC, pois está prevista a desvinculação do Saragoça.
A apresentação do jogador como do Rio Ave FC na passada segunda-feira, foi precipitada, mas pelo que é do conhecimento público, não trará qualquer dissabor de âmbito desportivo ao Rio Ave FC, pois os dirigentes do clube espanhol não irão participar os factos às entidades competentes (presume-se por se quererem ver livres do jogador). Esperemos é que em Portugal não venham clubes a participar tais factos aos Conselhos de Disciplina da LPFP ou da Federação.
Estão, assim, justificadas as ausências do jogador aos treinos de ontem e anteontem.
Só um alerta: verificar antes da inscrição do atleta na LPFP e na Federação se o atleta não se considera inscrito numa mesma época por três clubes (permitido) e participou em jogos oficiais por Benfica e Saragoça (o que nãp permite jogar no Rio Ave FC)? Lembrem-se do que aconteceu ao Belenenses na época passada.

Remates e remates ...

Ontem o Rio Ave FC disputou para a Taça da Liga o jogo com o Paços de Ferreira em casa deste.
Segundo o jornal "O Jogo" fizeram-se, ao todo, 17 remates. 9 deles na direcção da baliza e 6 para fora. Dos 9 direccionados à baliza, 7 pertenceram ao Paços de Ferreira e 2 ao Rio Ave FC.
A assistência ao jogo não terá ultrapassado os duzentos espectadores. Apoiantes do Rio Ave terão sido cerca de oito. O jogo foi a meio da semana, à noite e estava bastante frio.
Como é que or organizadores dos torneios querem ter muitos adeptos nos Estádios se nos jogos, em Portugal, falta o sal e a pimenta? Com tão poucos remates às balizas, as oportunidades de golo são escassas, logo não existe emoção, adrenalina, pelo que os adeptos aos poucos e poucos vão deixando de ir assistir aos jogos. É que não é desculpa o horário do jogo e o mau tempo. Nos outros países, também, isso existe. A diferença é na atitude como são encarados os jogos, no espectáculo, na emoção, na combatividade. Enquanto em Portugal não se mudar o modo de encarar os jogos, o público nos Estádios cada vez será em menor número.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Futuro é em frente ...

Passado é passado e todos temos é que encarar o futuro do Rio Ave FC de frente e cada um tentar, dentro ds suas possibiliddaes, contribuir para que o futuro seja melhor.
Neste momento o futuro passa por Carlos Brito, inegavelmente um treinador que tem sido talismã para o Rio Ave FC. Esperemos que o continue a ser.
Agora não pensemos que a vinda do Carlos Brito, por si só, vai resolver todos os problemas do clube. Não vai. Vai ser necessário que a liderança da Direcção seja forte e coesa, que os jogadores percebam que a Direcção está com o treinador, que os jogadores respeitem, pelo menos, o Presidente da Direcção e o Vice-Presidente do Futebol Profissional - e não sejam motivo de chacota. Que quem está a desenvolver um trabalho de "psicólogo" junto do grupo profissional, numa terapia de grupo como nunca foi visto em Vila do Conde, desenvolva o seu trabalho e o mesmo seja assimilado pelo grupo como benéfico e não como uma brincadeira.
Se se conseguir isto, acreditamos que o futuro do Rio Ave FC é na Liga Sagres. Se a Direcção não se impuser com uma liderança forte, unida, coesa e bloqueada, as dificuldades irão ser muitas e, quem sabe, nem Carlos Brito nem qualquer outro treinador consegue atingir os objectivos da manutenção.

Primeira hora ...

Na cidade de Vila do Conde existem três espaços que disputam entre si as novidades, dicas e tricas do que se passa no seio do Rio Ave FC.
O primeiro é o muro em frente ao Bompastor; o segundo é um estabelecimento de restauração no Monte; e o terceiro é na Praça Vasco da Gama.
Segundo rezam as crónicas é nesses locais que as novidades saiem fresquinhas e que depois, através da voz do povo, se propagam aos sete ventos.
Parece que o muro em frente ao Bompastor tem perdido o seu protagonismo, ao ponto de haver quem lhe chame já o muro das lamentações. Pelo que as novidades de última hora, fresquinhas, fresquinhas, só mesmo nos outros dois locais.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Carlos Brito já começou ...

A partir de hoje o treinador do Rio Ave FC é Carlos Brito. É um re-regresso ao nosso clube, onde, no passado, mostrou talento e arte para levar a bom porto o clube.
Hoje é um treinador mais maduro, com outras vivências, possivelmente mais forte do ponto de vista psicológico, o que será importante para os desafios que se aproximam.
Ao seu lado tem uma direcção que apostou a sua credibilidade nesta tomada de posição, pois foi, ao que se sabe, a segunda grande tomada de posição destes corpos directivos. A primeira foi a contratação de Fábio Coentrão.
Nos próximos dias novidades devem surgir, pois é natural que o novo treinador queira ter jogadores da sua confiança e, porventura, dispensar jogadores que não se encaixem nos seus métodos de trabalho. E conhecedor que está das outras equipas em competição (era comentador residente da Sport TV e, por isso, viu muitos jogos da Liga Sagres), sabe bem o que é preciso para levar a nau a bom porto.
Se a sua arte e engenho não forem suficientes para endireitar a nau, que os deuses do Olimpo estejam com ele.

A João Eusébio e Lima Pereira ...

Neste momento, algo conturbado, da vida dos dois treinadores, João Eusébio e Lima Pereira, há que reconhecer que enquanto profissionais do Rio Ave FC foram de uma dedicação ímpar, acompanhando todo o futebol do clube: desde a formação até aos profissionais. Nessa medida foram profissionais e, também, por isso merecem o maior respeito de todos os sócios do clube.
Tanto quanto se sabe, tiveram oportunidade de irem treinar outros emblemas, mas foram-lhes dadas garantias de que contavam com o seu trabalho até ao fim da época. Face aos resultados desportivos a ligação profissional com o clube terminou abruptamente, por onde normalmente o fia se parte (treinadores).
Não temos qualquer dúvida que a situação da equipa técnica estava insustentável, não pela sua qualidade, mas pelo modo como o futebol é por todos encarado e vivido (jogo a jogo, domingo a domingo). Por isso, não nos surpreendeu a demissão de João Eusébio e Lima Pereira. Resta-nos respeitá-los enquanto homens e profissionais.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Rei morto, rei posto ...

A Direcção do Rio Ave FC reagiu da maneira que quase todos estavam à espera: João Eusébio deixou de ser o treinador principal.
O contrato terminará com acordo das partes ou não?
Ainda não se sabe se os restantes elementos da equipa técnica, também, cessam o seu trabalho no clube, se integrarão a nova equipa técnica ou irão desempenhar outras funções no clube. Durante o dia de hoje deve ficar definido.
O rei foi morto. Quem vai ser entronizado como novo rei?
Palpita-me que é CARLOS BRITO, excepto se este recusar. E porquê Carlos Brito? Porque é tido por muitos associados como o D. Sebastião do Rio Ave FC.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Jogo para recordar ...

É o fado (destino) que os jogos em Vila do Conde entre o Rio Ave e o Vitória (Guimarães) terminam com muitos golos.
Neste jogo, é daqueles que leva público aos estádios (golos, emoção e aqui e além bem jogado), o Rio Ave FC acima de tudo não foi feliz. Teve praticamente as mesmas oportunidades que o adversário, só que este foi mais eficaz. O vencedor foi encontrado em pequenos pormenores, que os homens de Guimarães souberam aproveitar, ao contrário dos do Rio Ave FC.
Do lado do Guimarães sobressaiu, pelo que jogou, marcou e deu a marcar, Luís Filipe (regresso à boa forma?). Do lado do Rio Ave destaco dois jogadores Livramento e André Vilas Boas (não entendo a mania de o substituir - Niquinha estava bem pior, quer a defender, quer no passe da bola).
Jogo ingrato para Paiva, sem ter grande trabalho, sofre quatro golos, praticamente indefensáveis.
Menos bem estiveram Gaspar (longe da grande forma, desatento no primeiro e terceiro golos e alguns cortes de arrepiar), Delson (sem ritmo de jogo, joga com a bola no pé e quando a perde não pressiona, desiste do lance - bem substituído). Miguel Lopes bem a atacar, mas esquece-se que é defesa e está (por ausência) no segundo e terceiro golos.
Lamentável o estado da relva - a partir dos quinze minutos parecia um campo agrícola (pouco tratamento ou muito treino em cima do relvado?), principalmente na faixa central, de baliza a baliza. É preciso rever esta situação, sob pena de não se conseguir recuperá-lo.
Eusébio tem a cabeça a prémio - não acreditamos que sobreviva a este desaire, era a oportunidade porque muitos esperavam. A ver vamos.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Tristemente perdemos ...

Derrota pesada, e justa, do Rio Ave FC por quatro bolas a duas contra o Guimarães.
Neste jogo salvou-se a exibição do Livramento. A exibição dos demais ficou muito aquém do que são obrigados a fazer e para o que são, principescamente (comparando com os comuns dos mortais), pagos.
Nota-se que vários jogadores que foram preponderantes nos êxitos recentes da equipa, não estão bem: Paiva, Bruno Mendes, Gaspar, Miguel Lopes, Delson, Evandro, Niquinha e Ronaldo, entre outros.
Sabe-se que os salários estãoItálico em dia, por isso não se compreende o que se passa, pois os jogadores não desaprenderam de jogar de um dia para o outro. Contudo mostram um nervosismo inexplicável, mesmo estando a vencer como se viu neste jogo. E não se venha dizer que a culpa é do treinador: não há treinador que resista a erros tão primários como os que se verificaram no jogo de hoje. Será por se estar em período de reformulação da equipa, com entradas e saídas de jogadores? Será porque os jogadores deixaram de estar com o treinador?
Apesar desta derrota, humilhante, acredito no Rio Ave FC, mas tem que actuar como equipa, sem vedetismos e todos puxando para o mesmo lado - o que hoje não se viu. Logo num dos jogos mais importantes desta época, pois a vitória traria uma importante tranquilidade na tabela classificativa.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Entradas e saídas ...

O Rio Ave Futebol Clube está a mexer neste período de inscrições.
Entradas certas: Fábio Coentrão e Fábio Paím.
Jogadores pretendidos: Adriano, Bolatti e Candeias (todos do FC Porto).
Saída certa: Miguel Lopes. Caso dois dos três jogadores pretendidos do FC Porto aceite representar o Rio Ave nesta época, Miguel Lopes sai já, caso contrário só sai para a próxima época. O Rio Ave FC recebe ainda a módica quantia de 700.000,00 Euros.
Também é certo que Fábio Coentrão começa a treinar no Rio Ave FC no início da próxima semana.
Questões que desconhecemos é quem pagará os salários dos atletas que vão passar a representar o clube, já que o seu valor não é minimamente equivalente aos jogadores que já estão no clube.
Quem se mantém - só após ter havido ameça de abandono de, pelo menos, um Vice-Presidente da Direcção - é Vítor Gomes.

Sem qualquer minuto ...

Até ao presente momento todos os clubes e sad's que competem na Liga Sagres têm no seu plantel jogadores que ainda não fizeram qualquer minuto no campeonato nacional. (Veja-se artigo no JN de hoje)
No Rio Ave Futebol Clube estão nessa situação: Mora, Ribeiro, Bruno Novo, Fábio Faria, Pedro Coentrão e Ricardo (este ainda júnior).
Alguns deles já jogaram em competição oficial (Taça da Liga e Taça de Portugal).
Destes jogadores a situação do Ribeiro é a mais surpreendente de todas, pois é um atleta com mercado e que não conseguiu impôr-se no Rio Ave FC.
Mora, por um lado devido a lesões que o têm apoquentado e à opção, justa, por Paiva, não teve ainda a oportunidade de mostrar o seu (excelente) valor. Já jogou para a Taça da Liga.
Fábio Faria é um caso de estudo, já que tem vindo a fazer óptimas pré-épocas e, depois, é remetido ao esquecimento. Até quando?
Bruno Novo foi lançado na Taça da Liga, muito aplicado, lutador e a tentar conquistar o lugar que está bem preenchido por Miguel Lopes e na sua ausência por Wires.
Pedro Coentrão ex-junior, veio de uma lesão e naturalmente anda à procura do seu espaço na equipa.
Ricardo é um valoroso junior, que treina com a equipa sénior e tem mostrado desenvolvimento técnico e táctico que lhe poderão permitir abraçar a carreira de jogador profissional com alguma facilidade.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Bom Ano 2009 ...

A todos aqueles que vivem e amam o Rio Ave FC votos de um Bom Ano de 2009 e que, na pior das hipóteses, daqui a um ano se encontre o "nosso" clube no mesmo lugar da tabela classificativa.
Nesta passagem de ano a todos chegue uma boa refeição, abundante, mas sem exageros, pois todos teremos de estar em boa forma física para o próximo Sábado (uns a jogar e outros a apoiar).