quarta-feira, 15 de abril de 2009

Salários em atraso ...

O Dr. Hermínio Loureiro, na revista Visão, refere: "Se queremos dar boa imagem do futebol, defender a verdade desportiva e ser credíveis perante a sociedade e os adeptos, tem de haver rigor e exigência. Só estarei satisfeito quando o campeonato decorrer sem qualquer situação de incumprimento. Mas é preciso dizer que a auto-regulação do futebol é injustamente criticada."
A questão que se coloca é se é legítimo haver participantes nos campeonatos profissionais que não conseguem cumprir com as suas obrigações com o Estado e com os atletas profissionais.
Naturalmente a resposta é que quem não consegue suportar os custos do profissionalismo, não deve competir nesse escalão.
Mas os custos com o profissionalismo só têm a ver com as despesas com o Estado e atletas profissionais? Ou terá, também, a ver com os custos com os fornecedores, demais funcionários e cumprimento atempado de todas as obrigações, nomeadamente com as instituições de crédito. Isto é, com o rigoroso cumprimento do orçamento de base zero?
Mas para que isso possa ser efectivamente implementado, primeiro não terão que se equilibrarem as receitas institucionais auferidas pelos participantes, nomeadamente os direitos televisivos e os apoios (directos e indirectos) do Estado?
Se queremos transparência na indústria do futebol, ter-se-á de caminhar para um equilíbrio das receitas institucionais. Se isso não vier a acontecer o fosso será ainda maior e a competição ressentir-se-á, levando a que cada vez mais menos pessoas assistam aos jogos dos nossos campoenatos.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Se a lógica funcionar ...

No próximo domingo, pelas 16:00 horas o Rio Ave FC irá defrontar o Trofense, também ele primodivisionário, ambos a ocupar os dois últimos lugares da classificação da Liga Sagres.
Poderá ser mera coincidência, mas as duas equipas que subiram de divisão oca encontram-se nos dois últimos lugares da tabela e o jogo entre ambos é decisivo.
No consulado de Carlos Brito o Rio Ave FC fez os seguintes resultados: D, D, D, V, D, V, D, E, D, D e D.
Se a lógica funcionar a seguir a três derrotas consecutivas o Rio Ave FC vence. O que seria ouro sobre azul. Já agora uma vitória por mais do que dois golos (o número de golos marcados e sofridos pode vir a ser importante nas contas da manutenção) era importante.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A entrevista ...

O Presidente da LPFP, Dr Hermínio Loureiro, dá à revista Visão uma longa entrevista sobre o presente e o futuro do futebol profissional que deve ser objecto de uma análise cuidada.
Por isso vou-me debruçar sobre ela nos próximos dias.
Para hoje, por ser mais fácil, realço o facto de ele apontar, entre outros, o Eng Paulo Carvalho como uma das personalidades com perfil e capacidade para gerir os destinos da LPFP.
Não sei até que ponto tal será possível. Mas pelo que me apercebo, por várias entrevistas de outros dirigentes, ele é bem querido por muitos dirigentes do futebol nacional, que lhe reconhecem valor e capacidade. O que nem sempre acontece dentro do próprio Rio Ave FC - como diz o ditado: "santos da casa não fazem milagres".
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O estadiodosarcos felicita João Paulo Meneses (reisdoave) pelo seu aniversário
.

sábado, 11 de abril de 2009

Triste fado o nosso ...

Mais uma final, perdida.
Jornada a jornada o campeonato aproxima-se do seu fim e o Rio Ave FC vai perdendo oportunidades atrás de oportunidades para deixar os lugares da despromoção.
Nesta fase do campeonato o problema não está no acreditarmos ou não na manutenção. Está em saber se quem lidera o grupo, direcção e treinadores. ainda acreditam na manutenção.
Pelo que vimos no Estádio do Mar eles já não acreditam. Carlos Brito, durante o jogo, fartou-se de falar com o Presidente e com o Vice-Presidente do departamento profissional. Ao longe parecia que se estava a justificar perante tão mau futebol: nos primeiros quarenta e cinco minutos nem um remate à baliza adversária. O ataque completamente inoperante. Na segunda parte algum perigo de bola parada e aos repelões.
Jogadores pesados e com pouca atitude para o jogo, sem atacarem a bola, sempre à espera de um falhança adversário que teima em não acontecer. Resultado uma nulidade enervante, muito enervante.
Por incrível que pareça já temos saudades do Semedo e do Mateus.
O bilhete custou 20,00 € a cada um de nós (eramos quatro). Chorámos a derrota, não pelo que ela representa, mas pelo modo (mais uma vez) como se jogou e se aceitou o desenrolar do jogo.
Desabafo a quente: parece-nos que o Rio Ave FC neste momento estará melhor servido se os treinadores não se sentarem no banco. Fiquem em casa a ouvir a linear, não apareçam, o salário poderá ser pago por transferência bancária. O comando da equipa poderá ser garantido por um ou dois dos jogadores, dos mais velhos, pois não conseguem fazer pior do que o que se faz actualmente .

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Onde pára a ...

Durante o desenrolar do jogo, perguntei-me várias vezes: onde pára a alegria desta equipa?
Entrou no jogo de rompante, se bem que em jogadas individuais, mas fez-nos acreditar que desta vez não iriamos sofrer. Pura ilusão. Durou cerca de dez minutos. Depois foi ver uma equipa à deriva, ao que ajudou a lesão mal recuperada de Miguel Lopes (notava-se que estava com problemas físicos) e a equipa naturalmente abriu buracos que o Nacional tentava aproveitar.
Após o intervalo, a perder, recomeça a segunda parte a dar-nos esperança, mas durou cerca de dez minutos.
Os remates à baliza contrária rarearam. As pouquissímas oportunidades, falharam-se.
Sinceramente, a manutenção passa por uma chicotada psicológica (não quer dizer mudança de treinador - já se trocou e, infelizmente, não foi para melhor, pelo contrário - esta é a minha opinião, que vale o que vale) na mentalidade dos técnicos, jogadores e mesmo da massa associativa.
Se queremos vencer, todos temos de entrar, jogo após jogo, com alegria, porque qualidade existe, é preciso sabê-la aproveitá-la e fazê-la durá-la mais do que dez minutos em cada quarenta e cinco minutos.
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Para análise e muita ponderação:
João Eusébio esteve para a Liga Sagres à frente da equipa em 13 jogos. A equipa marcou 10 e sofreu 16 (média de golos marcados por jogo: 0,769; de golos sofridos: 1,230.
Carlos Brito está à frente, para a Liga Sagres, em 10 jogos. A equipa marcou quatro golos e sofreu 15 (média de golos marcado por jogo: 0,4; de golos sofridos: 1,5.
Moral: a equipa piorou em todos os sectores.
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Depois deste jogo e face à recuperação que é preciso efectuar, apenas retomaremos as análises em redor do Rio Ave FC após o jogo com o Leixões.

Seguir o exemplo ...

O Ginásio Clube Vilacondense, em séniores masculinos, garantiu na derradeira jornada a manutenção no campeonato principal do Voleibbol português. Este êxito foi alcançado com muita perseverança, vontade de vencer e no muito acreditar de dirigentes, treinadores (não houve chicotada psicológica) e dos jogadores. Estão pois de parabéns e merecem aqui um destaque especial.
Esperemos que o Rio Ave FC saiba seguir o exemplo e nestas oito últimas jornadas a união do grupo seja uma realidade e não simples palavras. Que dirigentes, treinadores e jogadores estejam todos imbuídos do mesmo espírito de sacrifício, de luta, de agressividade (no bom sentido), para que o barco verde e branco atinja o porto da manutenção.
A nós associados e adeptos compete-nos apoiar quem no dia a dia tudo vai fazer para que o Rio Ave FC alcance a glória: a manutenção.
Hoje será necessário todo o apoio para que o Rio Ave FC alcance a vitória.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Não é mentira de 1 de Abril ...

Verdade, fresquinha, o site finalmente deu à luz. Não é mentira de 1 de Abril. Mas não é mesmo, acreditem.
Apresenta uma nova imagem, imaginação e é atraente.
A primeira impressão é que valeu a pena a espera.
Parabéns a toda a equipa que trabalhou na sua reformulação.

segunda-feira, 30 de março de 2009

A Revista ...

A época finda 2008/2009 foi de glória para o Rio Ave FC.
Incompreensivelmente, ou não, a revista do clube que tem tido uma periodicidade anual, relatando a vivência do clube ano a ano, ainda não saiu e, tanto quanto se sabe, não está prevista ainda a saída da revista da época passada.
Podemo-nos interrogar as razões do atraso: por não ser rentável, por a época passada não merecer um destaque especial na vida do clube, por os responsáveis pela sua elaboração não se terem dedicado, porque a actual direcção entende que não deve continuar com a revista, ou uma outra razão qualquer que se não descortina.
Seja como for, começa a ser tarde, lembrando-nos que a presente época está a dois meses do seu final.

quarta-feira, 25 de março de 2009

E porque não ...

Parece-nos que existe unanimidade sobre a falta de competetitividade leal, justa e sã nos campeonatos profissionais de futebol em Portugal.
As causas dessa distorção são muitas e variadas.
Desde logo os salários em atraso, os passivos dos clubes, a diferença de tratamento dos competidores pelos órgãos de comunicação social (escrita, falada, visionada ), etc., etc..
Existe contudo o sentimento generalizado que o futebol profissional em Portugal resume-se a três clubes (denominados os três grandes), com um ou outro outsider que aparece num ou noutro ano, e o resto é paisagem, só lá estão para preencher calendário. Clubes estes que os denominados três grandes até se dão ao luxo de cederem jogadores (sem se saber a troco de quê e com que custos futuros). E, assim, a caravana vai passando alegre e sorridente. Até que ...
Em Portugal discute-se, na actualidade, a alteração aos quadros competitivos (profissionais e amadores) no futebol. É a ocasião certa para se saber qual o rumo a dar ao nosso futebol profissional.
Porque não pensar-se numa alteração profunda, que vai ao agrado dos três grandes e da maioria dos restantes clubes: haveria um campeonato a três, com o número de voltas que entendessem e que determinaria o emblema que ia jogar a Liga dos Campeões e dois outros, uns a disputarem os lugares de acesso às outras competições europeias e outros a disputarem a manutenção nos campeonatos profissionais e o acesso à liga imediatamente acima.
Caso fosse aprovada esta alteração, ao fim de um ano perceber-se-ia que os três grandes afinal não são tão grandes, que existe futebol com qualidade para além dos ditos três grandes, que os árbitros até têm qualidade (porque só a não têm quando erram contra um dos três grandes), que a comunicação social não precisa de outros emblemas que não os três grandes, que os restantes emblemas também têm sócios, simpatizantes e público a assistir aos seus jogos.
Chega de vassalagem.
Há coragem?
E por que não?

segunda-feira, 23 de março de 2009

Abandono da Direcção da LPFP ...

Na sequência da final da Taça da Liga o Sporting Club de Portugal anunciou o abandono da direcção da LPFP.
Independentemente de se sentir prejudicado pela equipa de arbitragem da final, não faz qualquer sentido que um membro da direcção só se mantivesse nos órgãos sociais, se estes lhe fizessem chegar palavras de confronto e de repúdio pela actuação da equipa de arbitragem.
Importante mesmo é que quem esteja nos órgãos sociais da LPFP, não esteja lá para servir os seus clubes, mas sim o futebol profissional no seu todo. Quem não entender isto, não deve fazer parte dos órgãos sociais, nem lá faz qualquer falta.
Outra questão que esta tomada de posição levanta é que, pela primeira vez na história da LPFP, nenhum dos três grandes faz parte dos órgãos sociais da LPFP. Pode ser que finalmente o futebol profissional passe a ser gerido para todos os clubes e não só em atenção a alguns - o que se acontecer é bem benéfico para a grande maioria, se não a totalidade, dos participantes na competição.
No fundo o importante, mesmo, é o contributo que cada membro dá para melhorar o futebol profissional.
A reacção dos restantes membros sociais será importante para se saber se a organização profissional não está colocada perante uma crise, que leve à demissão dos membros eleitos.

domingo, 22 de março de 2009

Erros e erros ...

Na final da Taça da Liga gerou-se uma onda de critica à arbitragem por causa de um erro.
Na verdade o ábitro errou.
Pena é que o finalista que foi prejudicado tenha chegado à final também com um erro, ainda maior, a seu favor com claro prejuízo do Rio Ave FC.
Por último convém recordar que esse erro, grave, prejudicou uma equipa, mas os jogadores dessa mesma equipa que falharam as grandes penalidades também a prejudicaram, o que também deveria ser objecto de análise.
O finalista vencido deve analisar bem os seus erros próprios, onde falharam no momento da verdade (nas grandes penalidades chegou a estar à frente no marcador por duas vezes)
Infelizmente o nosso futebol preocupa-se muito com os árbitros quando o prejudicado é um dos três grandes.

sexta-feira, 20 de março de 2009

O futuro ...

O futuro do futebol profissional não se compadece com amadorismos, seja dos atletas, seja dos treinadores, seja dos funcionários, seja dos directores.
Não mais será possível fazer-se uma gestão casuística, em que uma ou duas horas por semana chegam para gerir o sector.
As reinvindicações são muitas e as obrigações não param de crescer.
Os directores terão de disponibilizar muito do seu tempo, normalmente a horas em que estão nos seus empregos, e isso exige ou flexibilização do horário de trabalho, ou perda de horas de trabalho, ou não se dar atenção às questões dos clubes.
Mas numa estrutura profisisonal, como já é a dos jogadores e treinadores, não se percebe porque é que só têm obrigação de estar nas instalações do clube uma parte do dia, ficando a outra livre para fazerem o que bem entenderem. Porque não terem de comparecer nas instalações do clube, preparando-se para um futuro melhor: obrigando-se a inscrever esses atletas e treinadores em cursos profissionais, e criando condições para que aí tenham as próprias aulas. De uma assentada dava-se-lhes formação (que mais tarde vão precisar) e ocupa-se-lhes o seu tempo livre de uma maneira positiva.
O futuro passa por uma maior formação, mas essa começa nos dias de hoje.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Jogo com o Sporting ...

No passado Sábado, pelas dezasseis horas e trinta minutos, eu e mais dois sócios do Rio Ave FC, aperaltados com os cachecóis do Rio Ave FC, que nos foram oferecidos pela direcção aquando da festa da subida em 2008, cheios de esperança e orgulho no "nosso" clube, partimos rumo a Lisboa.
Lá chegados fomos de imediato comprar bilhetes para o jogo (não fosse esgotar).
Com os três ingressos na nossa mão, lá fomos comer qualquer coisita.
Entramos já as equipas estavam a terminar o aquecimento.
Começou o jogo e ...
Terminou o jogo.
O Rio Ave FC não se viu.
Os jogadores e equipa técnica dirigiram-se rapidamente para os balneários (havia entrevistas a dar?).
Tristes, atordoados, com os cachecóis ao peito, ainda não tinhamos percebido o que se passara, quando (fora do estádio) alguém de Vila do Conde vociferava contra o treinador, reclamando das mexidas e mais mexidas, e nada de resultados.
Metemo-nos no carro, directamente e sem qualquer paragem regressamos à nossa querida terra, onde chegamos pelas duas horas e quarenta minutos de Domingo.
O silêncio foi sepulcral, como nem em funerais se assiste.
Que me lembre, apenas uma pergunta se fez: como é possível? A resposta ainda não a encontramos.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Requisitos de inscrição ...

A Direcção da LPFP aprovou os requisitos que deverão ser preenchidos para quem queira participar na próxima época nos escalões profissionais. Além dos já actualmente obrigatórios, será também requisito essencial não haver dívidas aos jogadores em Maio do ano de inscrição.
A medida parece-nos certa, trará mais verdade à competição, irá obrigar os participantes a pensarem duas vezes aquando das contratações. Por isso é de apoiar.
A questão que se nos coloca é se os salários em atraso apenas dizem respeito aos jogadores. Ou se também abrangem os treinadores e todos os demais assalariados dos candidatos à competição (treinadores das camadas jovens, médicos, fisioterapeutas, massagistas, roupeiros, motoristas, funcionários das secretarias, técnicos de conta, revisores oficiais de contas, demais funcionários).
É que se assim não for, a medida é discriminatória, injusta, violadora dos direitos dos trabalhadores ao privilegiar uns trabalhadores em detrimento de outros da mesma entidade patronal e que apenas serve os interesses de quem mais recebe e tem mais poder reivindicativo.
A questão que se coloca é: só deverão ser impeditivos de inscrição os salários em atraso que dizem respeito aos jogadores ou o de todos os outros trabalhadores dos candidatos a participar nos campeonatos profissionais?

quarta-feira, 11 de março de 2009

Até que ponto ...

Passaram-se já vários dias sobre o jogo com o Marítimo e questionamo-nos, ainda, a razão para que Carlos Brito tenha mantido Candeias em jogo.
Candeias, que é um excelente jogador, entrou na segunda parte e não conseguiu entrar no ritmo do jogo, parecendo ser uma carta a menos. Apesar disso fez um excelente passe para golo e um centro remate muito perigoso.
Quando da segunda substituição, saída de Livramento, pensamos que todos os que estavam no estádio pensavam que quem ía sair era Candeias. Essa não foi a opção de Carlos Brito.
Em concreto não sabemos o que levou Carlos Brito a tomar a opção que tomou, mas não andaremos muito longe da tese que Carlos Brito pretendeu não "queimar" o jogador, que entrara na segunda parte.
A ser verdadeira esta tese, a da defesa do jogador (e porque não do activo do FC Porto), prejudicou-se claramente o Rio Ave FC.
Tal prejuízo apenas será remediado se no próximo jogo Candeias for titular e aí demonstrar que mereceu a confiança dada por Carlos Brito, com uma grande exibição, se possível com golos.
Vamos todos apoiá-lo, porque ele é, sem sombra de dúvida, um excelente valor e que ainda poderá dar muito, nesta época, ao Rio Ave FC.

Que tipo de sorteios ...

A Direcção da LPFP aprovou levar à Assembleia Geral um novo modelo para o sorteio dos jogos da próxima época desportiva.
O modelo proposto impõe condicionantes ao sorteio, que deixa, assim, de ser puro.
A preocupação é a de levar mais gente aos estádios, que na mesma jornada não exista na mesma localidade mais do que um jogo da mesma competição, que os grandes não joguem entre si nas primeiro quatro jornadas.
A intenção é claramente positiva. A questão que se coloca é de se saber se a troco de se aumentar o público presente nos estádios, não se estará a hipotecar as legítimas ambições dos participantes, já que o sorteio puro trás muito mais igualdade entre os concorrentes, sabendo-se que muitos dos que entram na prova dependem de um bom ou mau calendário (veja-se o do Rio Ave FC desta época - que do aspecto desportivo foi mau e se está a pagar essa factura).
A pergunta é: sorteio puro? Ou sorteio condicionado?

terça-feira, 10 de março de 2009

LPFP reuniu a sua direcção ...

A Direcção da Liga Portuguesa de Futebol Profissional reuniu ontem. O Rio Ave FC, membro efectivo da direcção, fez-se representar pelo Presidente da Direcção e por um Vice-Presidente e o Secretário Geral.
Pelo que vem na comunicação social da especialidade, foi aprovado o calendário para a próxima época desportiva, bem como as condicionantes do sorteio (o qual deixa de ser puro e são intoduzidas muitas condicionantes). Foram, também, aprovadas as condições que serão exigidas aos participantes para se inscreverem para a próxima época desportiva. Ambos os textos para produzirem efeitos terão que ser aprovados em próxima reunião da Assembleia Geral da LPFP.
Os textos aprovados levantam algumas questões que nas nossas duas próximas mensagens iremos tentar colocar a debate.
Aqui importa realçar a composição dos representantes do Rio Ave FC na reunião (terão aproveitado para, finalmente, concretizarem a transferência de Miguel Lopes para o FC Porto, Sad? O FC Porto, Sad ainda nada comunicou à CMVM, por isso ...).

segunda-feira, 9 de março de 2009

Expectativas ...

O futebol tem cenários deveras curiosos.
O Rio Ave FC cedeu um empate caseiro e arrisca-se a no fim da jornada estar acima da linha de água, sendo certo que deixou o último lugar.
Mas o que parece ter acabado por ser um resultado positivo, pelo menos em termos classificativos, se analisado com mais atenção, dar-nos-á alguma preocupação. Neste momento o Rio Ave FC é o competidor da Liga Sagres com mais pontos negativos (veja-se a pontuação do jornal O Jogo). Para se corrigir a situação é necessário conquistarem-se pontos fora de casa, se possível já na próxima jornada.
O Rio Ave FC, por outro lado, apresta-se a nesta época não ter problemas salariais com os seus colaboradores, já que parecem que estão garantidas as quantias suficientes para o cumprimento integral dessas obrigações - para o que foi importante as transferências do jovem Alípio e da promessa Miguel Lopes, ambos vindos do anonimato e que chegaram a Vila do Conde fruto do trabalho e da prospecção feita pelos dirigentes e técnicos do clube.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Não há palavras ...

Depois de uma grande exibição do Rio Ave FC perante um Marítimo que apenas procurou o empate, não há palavras que expressem os nossos sentimentos
A equipa está de parabéns pelo muito que jogou e demonstrou à saciedade que tem lugar na Liga Sagres, basta perder o medo. A maioria das outras equipas não são melhores, como hoje se viu.
Imaginamos os estado de espírito da equipa e como devem estar a sofrer os directores. Para todos eles uma palavra de conforto, bem a merecem.

Olé, Olé, Olé ...

Dentro de duas horas e meia deslocamo-nos para o Estádio (dos Arcos) para apoiar o Rio Ave FC neste importante jogo de futebol com o Marítimo.
Durante os 90 minutos, mais os do prolongamento concedidos pelo árbitro, independentemente do que se for passando no desenrolar do jogo, teremos apenas um objectivo: apoiar incondicionalmente a nossa equipa.
Negativismos serão deixados em casa. No Estádio apenas pensamentos positivos.
Na nossa opinião o Rio Ave FC é melhor do que o adversário e os jogadores que o mister destacar para o jogo vão prová-lo em campo.
Olé, Olé, Olá,
O Rio Ave é o melhor que há!
Rio Ave, joga p'ra frente,
Marca um golinho para animar a nossa gente!
Estes serão alguns dos cânticos de apoio.
Vamos ensaiar - não é difícil - e no jogo todos os adeptos deverão cantá-los a plenos pulmões.

quinta-feira, 5 de março de 2009

A pouco mais de 24 horas ...

Falta pouco mais de 24 horas para que o Rio Ave FC defronte o Marítimo em Vila do Conde.
Normalmente o Rio Ave FC tem conseguido, em Vila do Conde, resultados positivos perante o clube madeirense e este ano não fugirá à regra.
A Direcção do Rio Ave FC aprovou a entrada grátis para as senhoras, por neste fim de semana ser o dia mundial das mulheres. Boa iniciativa, pois elas são adeptas muito mais interventivas no apoio à equipa durante o jogo. Esperemos que o tempo ajude.
Todos juntos apoiaremos a equipa para que alcance a vitória e ficarmos acima da linha de água.
Vamos ao Estádio. Vamos apoiar o Rio Ave FC.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Quem sai aos seus ...

No JN de hoje (última página) destaca-se o nome de um vilacondense, enaltecendo a sua qualidade na actividade que exerce.
O Dr. João Bernardes, obstetra de profissão, é um vilacondense que está considerado como o melhor do mundo na área de cardiotocografia. Para muitos dos sócios e adeptos do Rio Ave FC este vilacondense nada lhes diz, mas se referirmos que é filho do ilustre sócio e médico do clube, Dr. Teófilo Bernardes, percebem facilmente o destaque aqui por nós dado.
Para nós, neste blogue, também o seu pai, Dr. Teófilo Bernardes, é o melhor (sem desprimor para todos os outros que serviram o clube) do mundo, pelo tempo que serviu e serve o Rio Ave FC altruisticamente, pelo que ao longo dos anos, e sempre que necessário, ajudou o clube (principalmente nos períodos de crise financeira e directiva), pela dedicação e carinho que nutre pelo Rio Ave FC.
Por tudo isto, aqui destacamos um vilacondense da raíz (filho) e outro por adopção (pai), como bons exemplos para Vila do Conde e o Rio Ave FC.

Pensar Rio Ave FC nove ...

Designa-se para hoje o tema: activos e passivos.
Fomos confrontados com notícias sobre a situação financeira dos tr~es principais emblemas do futebol nacional. Os respectivos administradores desvalorizaram os passivos apresentados, argumentando que os seus activos (valores dos jogadores e estádios) se avaliados à data de hoje são manifestamente superiores aos passivos.
A verdade é que esses emblemas, e outros, passaram de clubes a sad's (muitos por causa dos passivos que os clubes apresentavam e poderia haver dificuldades de inscrições), e estas rapidamentese endividaram.
Tudo se resume a engenharias financeiras.
O Rio Ave FC, que não se constituiu em sad, tem um passivo relativamente baixo (comparativamente com a maioria dos emblemas que disputam os campeonatos profissionais), honrando os seus compromissos (por vezes, é certo, com atrasos, mas acaba por cumprir).
A questão que se coloca é: vale a pena o Rio Ave FC aumentar o seu passivo (mesmo que a coberto de que os activos o cobrem) para consituir uma equipa que dispute os campeonatos profissionais sem as aflições de descida? (Como já aconteceu no passado) Ou é preferível manter um passivo baixo e ser-se um crónico candidato ao sobe e desce?

segunda-feira, 2 de março de 2009

Pensar Rio Ave FC oito ...

O tema para se pensar é: como recuperar psicologicamente a equipa profissional.
O Rio Ave FC está a lutar titanicamente para se manter na Liga Sagres. Todos tinhamos e temos a consciência das dificuldades para se atingirem os objectivos. Cinco a seis equipas disputam semana a semana, ponto a ponto, a manutenção.
Numa semana é a euforia, na outra a tristeza. É dificilimo descolar do último pelotão. Ninguém dá tréguas a ninguém.
Por vezes não chega só treinar muito e bem. Por vezes é necessário que os jogadores acreditem no seu valor (que o têm, como já o demonstraram em alguns jogos). O que falta? Confiança?
Será que se deve caminhar no sentido de no grupo de trabalho se ter algum psicólogo, ou essa tarefa deve continuar a cargo das equipas técnicas?

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Um dia menos bom ...

Ainda não foi desta que o Rio Ave FC ganhou num jogo fora de casa.
Na era Carlos Brito, para a Liga Sagres, ainda não pontuou fora de casa e com o ataque "demolidor", não conseguiu marcar qualquer golo fora de casa e em Vila do Conde nos jogos que ganhou foi por um golo. Não é nada preocupante, mas que nos faz pensar, lá isso faz - já que era criticada a frente do ataque anterior por inoperante. O de hoje, pura e simplesmente, não existiu.
Sexta contra o Marítimo temos de cumprir a nossa obrigação: ganhar. O que não sendo impossível (empatou-se na Madeira, com um golo dos maritimistas irregular), pode ser complicado pela pressão da vitória. Por isso esta semana é fundamental trabalhar a parte psicológica - e nesse aspecto Carlos Brito é bom, muito bom.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Pensar Rio FC sete ...

O tema escolhido é: património
Qual é o património do Rio Ave FC?
Na verdade o património do clube confunde-se (para o bem e para o mal) com patrimónios de outras instituições (públicos e privados).
O Estádio é propriedade de quem? Os terrenos onde está edificado o Estádio e os terrenos envolventes (campo sintético, campo pelado, parque de estacionamento, entre outros) são propriedade de quem? Que direitos tem o Rio Ave FC nesses terrenos?
Será que se deveria legalizar em nome do Rio Ave FC o património que é do Rio Ave FC e não esteja registado em seu nome?

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Pensar Rio Ave FC seis ...

O tema que se propõe é: informação.
Este tema vem a propósito da notícia do jornal "A Bola" sobre o contrato de Miguel Lopes.
O Rio Ave FC sempre teve deficiências na comunicação com os seus associados. Nem o famigerado site conseguiu diminuir essas deficiências.
Todos percebem que uma boa comunicação é fundamental para cimentar as relações, neste caso, entre o clube e os seus associados e mesmo com a própria comunicação social.
No caso da notícia sobre o "negócio" do Miguel Lopes, sinceramente, penso que o importante não é saber, pormenorizadamente, o conteúdo do contrato (o qual a ser debatido, deveria ser sempre em Assembleia Geral e nunca na praça pública), mas que o "negócio" se concretizou e quando muito dar-se a conhecer o valor.
No caso da notícia do jornal desportivo, lendo-se atentamente, parece que o contrato não está definitivamente fechado e que a oportunidade da mesma é para pressionar um dos lados contratantes (Rio Ave FC?, FC Porto? Jogador?). A quê é que não se percebe.
Aqui está um problema sério de comunicação, que dá azo a todo o tipo de interpretações, conclusões e suspeitas, que se devia evitar.
A ser verdade a notícia, significa que um dos intervenientes do contrato falou fora de tempo, pois que os procedimentos obrigatórios de um dos intervenientes, FC Porto, SAD, não se encontra cumprido (comunicação à CMVM).
Esperemos que a reformulação do site do Rio Ave FC venha alterar estas situações e a comunicação seja precisa e atempada.
Pergunta-se: o que fazer para melhorar a comunicação entre o clube e os seus associados?

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Parabéns ...

O Rio Ave FC hoje jogou para conquistar os 3 pontos, prescindindo da exibição.
A partir de hoje começa a depender só dele mesmo. Estão criadas as condições para garantir a manutenção.
Parabéns aos jogadores, treinadores e à direcção.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Pensar Rio Ave FC cinco ...

Para hoje destaco o tema: sócios.
Não andarei muito longe da verdade se disser que o Rio Ave FC deve ter, actualmente, cerca de 2.500 sócios efectivos.
Ao longo dos anos têm sido desenvolvidas, pelas direcções, acções de captação de novos associados, as quais não tiveram muito êxito.
O Rio Ave FC não consegue captar muitos sócios na sede do concelho e muito menos nas freguesias.
O concelho de Vila do Conde é profícuo em número de associações desportivas e culturais. Rara é a freguesia que não possui pelo menos duas instituições. Acresce que existem competições organizadas a nível concelhio. Facilmente se percebe que aos fins-de-semana os vilacondenses se repartam pelas inúmeras iniciativas no concelho, não podendo estar em duas ao mesmo tempo. Esta realidade é tão evidente que por vezes, quase à mesma hora, os espaços desportivos mesmo na sede do concelho estão em actividade com competições de cariz nacional. Tal facto, naturalmente, retira o interesse de algumas pessoas por algumas das actividades, não se tornando sócios das colectividades. Actualmente existe ainda a concorrência das transmissões televisivas.
Um clube de futebol profissional com um número tão reduzido de sócios tem inúmeras dificuldades de sobrevivência.
A pergunta é: o que fazer para angariar mais associados para o Rio Ave FC.?

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Pensar Rio Ave FC quatro ...

O tema de hoje é: direcção.
Como todos devemos saber a direcção do Rio Ave FC é constituída pelo Presidente, Presidente Adjunto, Vices-Presidentes e Vogais. Ao todo são eleitos cerca de trinta sócios para dirigirem os destinos do clube. As reuniões da direcção parecem, assim, plenários, pois se todos estiverem presentes, comparecem mais pessoas que a muitas Assembleias Gerais. Acresce que é muito mais dificil de se encontrar consensos e abrem-se portas a muitas fugas de informação.
A questão que se coloca é se se deve ou não manter este tipo de estrutura da direcção.

Em cima da hora: Eusébio no Gil Vicente ...

Eusébio começa hoje a trabalhar no Gil Vicente, numa clara aposta do Presidente Fiuza no projecto de subida de divisão.
Estádiodosarcos deseja-lhe os maiores êxitos desportivos.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Pensar Rio Ave FC três ...

Hoje o tema escolhido são as claques.
Como é do conhecimento geral as claques dos clubes desportivos têm de estar registadas, para qu sobre elas exista um maior controlo e se possam vir a pedir responsabilidades por eventuais distúrbios que venham a criar.
Os apoiantes do Rio Ave FC que, normalmente, acompanham a equipa (entre dez a quinze membros) apesar de serem conhecidos como claque do Rio Ave FC, não estão inscritos como tal.
Sabe-se que directa ou indirectamente esses apoiantes têm a ajuda de entidades de Vila do onde. Sabe-se que acompanham o Rio Ave FC para todo o lado - e que são os únicos que o fazem. Sabe-se que se estiverem registados, poderão usufruir de vantagens que actualmente lhes está vedada: nomeadamente o apoio expresso da própria direcção. Sabe-se que a maioria deles terão dificuldades em liderar o processo de registo da claque.
A questão que se coloca é: vale a pena o Rio Ave FC apoiar estes adeptos e ajudá-los a registar como claque?

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Vai, vai ...

Tristemente perdemos mais um jogo.
Primeira parte má de mais, o Rio Ave FC limitou-se a defender (mal) o pontinho, não tendo feito um único remate à baliza adversária. Podiamos ter acabado a primeira parte com três a quatro golos nas redes do excelente Paiva.
A perder, o Rio Ave FC abre a frente de ataque, aproxima-se da baliza do Porto e começa a rematar. Num lance genial ,Fábrio Coentrão (quem mais poderia ser?) empata e eis que se lesiona. Carlos Brito (não aprendeu nada desde a última vez que treinou o Rio Ave FC) aproveita a oportunidade para fazer recuar a equipa, coloca mais um central. Desse modo deu a iniciativa do jogo ao Porto, num momento que o Porto estava KO. O Porto aproveitou o brinde, não se fez rogado, e aproveitou para atacar com tudo. Em dois/três minutos marca dois golos.
Destaque pela negativa: Carlos Brito, ao jogar para o pontinho (na primeira parte e na parte final da segunda), levou-nos à derrota. Carlos Brito já retirou, à sua custa, quatro pontos: três com o Belenenses e um com o Porto. O estado de graça do treinador começa a acabar.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Pensar Rio Ave FC dois ...

Hoje vamo debruçar-nos sobre as opções de gestão do Rio Ave FC.
É certo e sabido que o Rio Ave FC não tem qualquer fonte de receita que não seja a que resulta do próprio produto futebol. Isto é, além das receitas dos sócios, patrocinadores, publicidade, jantares dos amigos do Rio Ave, televisão e transferências de jogadores, não tem mais nenhuma (não tem bingo, espaços que permitam dar de arrendamento, posto de combustível, ...).
Acontece que as receitas com transferências de jogadores não é certa e as receitas da televisão dependem do esacalão em que se estiver a competir.
Sabendo-se (ver orçamentos e relatório e contas dos últimos dez anos) que as receitas, grosso modo, na Primeira Liga atingem cerca de dois milhões de euros e na Segunda Liga andarão pelos quinhentos mil euros, não existem dúvidas que é fundamental permanecer na Primeira Liga.
Também (analisando-se os mesmos documentos) facilmente se conclui que esteja o Rio Ave FC na Primeira ou na Segunda Liga, ano após ano, as receitas não chegam para liquidar as despesas. Para que tal seja possível é obrigatório que o Rio Ave FC consiga transferir um ou dois atletas por época, a preços altos (no conjunto serão necessários cerca de um milhão a milhão e meio de euros, mantendo-se o mesmo tipo de equipas que se tem mantido nos últimos anos, senão serão precisos muitos mais euros).
A partir daqui há que encarar a realidade: ou o departamento de formação cria "craques" todos os anos, ou o departamento de prospecção descobre "craques" todos os anos, ou aparecem mecenas de algum lado, ou ano após ano vai-se aumentar o passivo, até se atingir o ponto de não retorno.
Perante este cenário - retirado dos documentos apresentados nas Assembleias Gerais dos últimos dez anos - pergunta-se: que caminho estamos dispostos a seguir?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Pensar Rio Ave FC um ...

A primeira questão que se nos coloca é saber qual o lugar do Rio Ave FC na competição desportiva.
Todos temos noção que o Rio Ave FC nasceu e dedicou a sua vida inteira à prática do futebol, esporadicamente esteve ligado ao ciclismo e ao atletismo.
A prática do futebol pode ser encarada como uma actividade amadora ou profissional.
Actualmente é um clube que disputa os campeonatos profissionais.
Deverá manter-se estruturado como um clube ou deverá caminhar para uma Sad?
Recorda-se que no passado houveram iniciativas que apontavam o caminho de uma futura Sad. Entretanto esse movimento acabou por esmorecer e não mais se ouviu falar nessa hipótese.
Qual o caminho a seguir?

Pensar Rio Ave FC ...

Durante os próximos dias vamos equacionar o que se pretende que seja o Rio Ave FC nos próximos anos.
Não se deseja que seja um espaço para criticar quem quer que seja, nem criticar as opções que foram tomadas no passado ou no presente.
Pretende-se, sim, que se perspectivem os caminhos que o Rio Ave FC possa vir a trilhar, para que os vindouros continuem a gritar bem alto o nome do RIO AVE FC.
O ponto de partida é que todos aqueles que dirigiram e os que dirigem (e os que irão dirigir), fizeram o melhor que podiam e sabiam à frente dos destinos deste tão nobre clube.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Arrancamos bem ...

O jogo contra a Académica, não sendo o jogo do tudo ou nada, era um jogo muito importante, que poderia desinibir a equipa e transmitir a todos que a manutenção na Liga Sagres é possível.
O Rio Ave FC entrou com toda a corrente, os avançados com os olhos fixos na baliza academista. O meio campo, com pouca criatividade, mas preocupação de colocar rapidamente a bola nos avançados, fez com que os defesas adversários mal conseguissem respirar nos primeiros quinze a vinte minutos. A defesa, excelentemente comandada por Paiva, ia aguentando as ténues, mas rápidas, investidas dos homens de Coimbra.
O golo apareceu naturalmente (a única surpresa foi ter sido a passe do eterno Niquinha, que esta época tem sido infeliz nesse capítulo).
A partir do golo o Rio Ave FC seguiu a velha máxima, mais vale um pássaro na mão do que dois a voar, preocupou-se em defender o resultado positivo.
O Rio Ave FC acabou, bem, por levar a água ao seu moínho.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Vamos atacar a manutenção ...

Domingo, 16:00 horas, no Estádio dos Arcos, vamos jogar tudo para se garantir a manutenção na Liga Sagres.
Nesse dia, a essa hora, só poderá existir um pensamento em todos os adeptos do Rio Ave FC: animar a equipa do princípio ao fim para se conquistar os pontos necessários que nos venha a permitir a manutenção.
Sabemos que não será um jogo fácil - já não existem.
Sabemos que jogadores, técnicos e directores estão confiantes no trabalho que têm desenvolvido.
Sabemos que quem jogar pelo Rio Ave FC tem condições e valia para alcançar a vitória.
Sabemos que o apoio dos vilacondenses é fundamental.
Temos, por isso, que saber unirmo-nos em torno do grupo e tudo fazermos para que o Rio Ave FC jogue com o décimo segundo, décimo terceiro, ... milésimo jogador ... - que somos nós, adeptos, a apoiar incondicionalmente o RIO AVE FC.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Que se passa ...

Nesta semana importante para o Rio Ave FC temos assistido como que a um relaxamento na participação dos adeptos do clube nos blogues.
Somos dos que entendemos que a pior coisa que pode acontecer a um clube, é os seus adeptos desinteressarem-se, deixarem correr o rio.
Enquanto os adeptos participam, comentando, apoiando, criticando, seja nas esquinas das ruas, seja nos cafés, seja nos blogues, o clube mostra que existe e que os seus adeptos interagem, acreditando, sonhando, vivendo com o clube.
Quando se mostram amorfos pode significar que deixaram de acreditar, de sonhar, de viver o clube.
É necessária a mobilização dos adeptos. Está na hora de todos nós contribuirmos, positivamente, para que no domingo o "Estádio dos Arcos" tenha casa cheia, inundemos a, normalmente, ruidosa e numerosa claque conimbricense.
Vamos todos fazer um pequeno esforço e levar ao estádio um amigo, um familiar, mas dos que apoiem verdadeiramente.
Os jogadores merecem-no, os treinadores merecem-no, a Direcção merece-o. Todos eles estão a fazer o melhor que podem pelo Rio Ave FC.
E nós estámos?

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Deliberação do Conselho de Justiça ...

O Conselho de Justiça da FPF deliberou, em tempo útil (pasme-se) o recurso interposto pelo Belenenses relativamente à equipa que ganhou o direito de passar às meias finais da Taça da Liga.
Tanto quanto percebi, do que ouvi na TSF, o Conselho de Justiça não aceitou o recurso com fundamento que terá sido mal interposto. Mas que, caso tivesse sido bem feito, a posição do Belenenses não seria acolhida, já que a maioria dos conselheiros entendem que a interpretação dada pelo Belenenses não seria a correcta, corroborando a interpretação dada pelo Liga Portuguesa de Futebol Profissional.
Há que enaltecer a tomada de posição do Conselho de Justiça em tempo útil, sem margem para qualquer dúvidas e não se eximindo a, mesmo não sendo necessário, debruçar-se sobre o cerne da questão, numa medida profiláctica e que faltava no futebol português.
Parece que, finalmente, o futebol português poderá encarreirar no bom caminho, apesar de haver ainda quem tente viver (e sobreviver) dos expedientes do passado.
Assim se pacifica o futebol nacional e se o credibiliza.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O que correu menos bem ...

No passado sábado o Rio Ave FC defrontou, sem medo, o Benfica num jogo próprio para "homens de barba rija".
A derrota dos vilacondenses verificou-se por falha de marcação dos centrais - com toda a certeza que não competia ao médio defensivo, Niquinha, fazer a marcação a um dos pontas de lança do clube adversário .
Num jogo directo, por causa das condições do terreno, o Rio Ave FC entrou bem melhor que o Benfica que acabou por ganhar com um golo de Mantorras (quem diria?) quatro minutos após a sua entrada em campo.
A acabar o jogo o Rio Ave FC tentou o tudo por tudo e teve duas perdidas inesquecíveis: uma por Moutinho (idêntica aos falhanços que já se verificavam no passado) e outra por Evandro (fruto do cansaço que já evidenciava).
Esta derrota teve o condão de unir todos os rioavistas, já que pelo empenho demonstrado pelos jogadores e boa visão de Carlos Brito prometem lutar para se conquistar a manutenção.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Ganhou-se colectivo ...

No jogo no Estádio da Luz, impróprio para a prática do futebol, com um tapete bom, mas deficiente ao nível do escoamento das águas pluviais, o Rio Ave FC entrou bem melhor do que a equipa anfitriã. Aos poucos e poucos o Benfica começou a adaptar-se ao estado do terreno e acabou por marcar num lance em que Niquinha está ao lado do central Gaspar.
Não se pode dizer que o resultado seja injusto, porque o Benfica acabou por ter as melhores oportunidades, mas a réplica oferecida pelos homens de barba rija de Vila do Conde merecia bem mais do que a derrota. Mereciam, claramente trazer um ponto da Luz.
Infelizmente não foi possível, mas acreditamos que se ganhou um colectivo.
Referência especial para o guardião Paiva que mostrou estar confiante para os próximos desafios.
No jogo tivemos dúvidas num lance na área do Benfica. Vistas as imagens pareceu-nos que o árbitro terá ajuízado bem.
Excelente a condição física apresentada pelos jogadores do Rio Ave FC, com realce para Evandro que está a justificar plenamente a sua renovação.
Mau mesmo continua a ser a adesão dos adeptos vilacondenses nos jogos fora: dez, quinze, vinte por muito favor.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Começou bem ...

A deslocação à Luz começou da melhor maneira com o resultado de hoje no Bonfim.
Agora temos de saber aproveitar e pensarmos apenas na conquista de pontos.

O regresso ...

Amanhã Fábio Coentrão vai ter uma missão muito dificil de levar a cabo.
Vai estar presente num jogo de regresso: regressa ao Rio Ave FC e simultâneamente regressa ao Benfica. Quem diria que a ubiquidade (estar em dois lugares ao mesmo tempo) deixou de ser utopia?
Tem, pela frente, um desafio aliciante, que poderá ser mal interpretado pelos adeptos de ambos os clubes.
Hoje o Fábio Coentrão deu uma entrevista, JN, na qual demonstra estar mais maduro, arrependido de alguma das opções que tomou e declara que neste jogo representa o Rio Ave FC, e que tudo fará para que se conquistem pontos aos lisboetas.
Assim é que falar.
Os sócios do Benfica irão, com toda a certeza, após a sua exibição, ficar arrependidos de o não terem mantido na sua equipa principal.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Obrigado Atlético de Valdevez ...

Hoje, num jogo extraordinário do querer vencer, no acreditar, no lutar por um objectivo, realizado pelo Atlético de Valdevez contra o "gigante" Nacional da Madeira, no Centro de Estágio de Monção, ganhei forças, alento e esperança para o próximo jogo do Rio Ave FC contra o Sport Lisboa e Benfica, SAD.
Estes pequenos, mas grandes, exemplos, são a demonstração de que não existem vencedores antecipados. Os jogos ganham-se jogando e durante os 90 minutos da partida tudo é possível.
A receita é bem simples: jogar de cabeça levantada, olhar os jogadores contrários olhos nos olhos, acreditar, trabalhar, lutar até à exaustão como equipa e não individualmente.
Se encararmos o jogo no Estádio da Luz com este espírito, tudo será mais fácil e, em último caso, ganha-se uma equipa.
Afinal, apesar de difícil, até é bem fácil. Basta seguir os bons exemplos.

Na luz ...

A deslocação do Rio Ave FC ao Estádio da Luz é, para todos nós sócios e adeptos, motivo suficiente para nos dinamizarmos e, aqueles que têm disponibilidades de tempo e monetárias, deslocarmo-nos a Lisboa.
Sabemos que a hora é ingrata e o jogo dá em canal aberto. Mas mesmo assim temos de nos mobilizar e mostrar aos dirigentes, aos treinadores e aos jogadores que os acompanhamos e somos companheiros nas horas de maior dificuldade.
O próximo jogo é um desafio aliciante: nada temos a perder e temos muito a ganhar.
Somos dos que acreditamos que é possível trazer pontos de Lisboa, sabemos as dificuldades, reconhecemos que o Benfica tudo fará para não perder pontos. A nós compete-nos apoiar incondicionalmente a equipa, durante os 90 minutos o Rio Ave será melhor.
Vamos todos a Lisboa.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Recomeçar ...

Hoje a equipa profissional do Rio Ave FC reinicia os trabalhos com vista ao próximo desafio: Benfica no Estádio da Luz.
Jogo para o qual não é dificil motivar os jogadores. Dificil mesmo é tirar-lhes a pressão, deixá-los libertos de preconceitos e fazê-los acreditar no projecto.
Para isso vai ser fundamental o papel dos treinadores e da Direcção. Mas também dos sócios e adeptos que terão ao longo da semana de, por palavras e actos, demonstrarem aos nossos briosos jogadores que estão com eles, que acreditam nas suas potencialidades e que ao contrário do que tem sido dito e propalado por alguns têm valor para jogar na Liga Sagres e conseguirem a manutenção.
Hoje será o primeiro dia da recuperação psicológica e dos pontos necessários para a manutenção.
Vamos a eles.

domingo, 25 de janeiro de 2009

E vão 15 jogos ...

A última jornada da primeira volta poucas alterações trouxe no fundo da tabela, estando tudo praticamente na mesma.
O campeonato está a meio e todas as leituras são possíveis, pois tudo se encontra em aberto.
Na segunda volta quase todas as equipas, do fundo da tabela, foram ao mercado de inverno, na esperança de reforçarem os seus planteis e, desse modo, conseguirem a manutenção no escalão principal do futebol profissional.
Acreditamos no trabalho que foi desenvolvido e que, mais tarde ou mais cedo, vai dar os frutos que todos desejamos.
A equipa já fez excelentes jogos e, neste momento, está a passar por uma fase menos boa. Com trabalho e muita dedicação será possível ultrapassar esta fase.
Vamos ao trabalho, domingo temos mais um jogo em Lisboa.
Forla rapaziada.

Não devemos desanimar ...

O jogo com o Estrela da Amadora não correu da melhor maneira para o Rio Ave FC. Contudo os restantes resultados foram benéficos e continuamos na luta pela não despromoção.
O Rio Ave FC tem de unir-se ainda mais, pois nada está perdido. Com muito trabalho e união é possível assegurar-se a manutenção.
A Direcção tem de ser a primeira a transmitir a todos, jogadores, treinadores, sócios e adeptos, que acredita. Não pode e não deve desanimar.
António Campos, Pedro Soares, Fernando Ramos e Henrique Maia - que julgamos serem os actuais quatro homens fortes do Rio Ave FC - têm nestas horas de estarem unidos e prepararem-se para as lutas, internas (derrotas trazem sempre contestação) e externas, que se avizinham.
Todos temos de continuar a acreditar e não devemos desanimar.
Vamos continuar a apoiar.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Pela barra fora ...

Depois de tão boas notícias vindas na comunicação social e confirmadas pela direcção, que galvanizam todos os adeptos (existe sempre um ou outro que é do contra), a esperança de mais e melhor tem vindo a contagiar os sócios do Rio Ave FC.
A maré foi subindo, subindo, já passou a barra, a onda está a ganhar cada vez mais dimensões e amanhã na Amadora poderá, bem, acontecer um "tsunami".
Aos jogadores resta dar às pernas e, estamos certos, alcançaremos a primeira vitória fora de portas para a Liga Sagres.
Força Rio Ave.

Comissão de arbitragem ...

O Presidente da Comissão de Arbitragem da LPFP foi convidado a pedir a demissão por alguns dirigentes desportivos (por exemplo o Sporting), na sequência das suas declarações sobre o clima de suspeição que se tem abatido sobre os árbitros.
Podemos ou não estar de acordo com o que disse, mas a verdade é que o espectáculo e indústria que, hoje em dia, é o futebol, tem sofrido de mais, por parte daqueles que vivem (alguns sobrevivem) à custa do próprio futebol.
Todos se acham habilitados a criticarem as actuações dos árbitros, dos treinadores, dos jogadores, dos dirigentes desportivos.
A comunicação social é impiedosa ao focar constantemente erros, o que leva a que os receptores (opinião pública) comecem a desconfiar (tipicamente português - verdade é o que vem nos jornais, nas rádios e televisões) da verdade desportiva.
Curiosamente acontece que quando em directo esses mesmos fazedores de opinião, têm sempre muitas dúvidas sobre os lances e pedem ajuda aos seus colegas que assistem pela televisão que confirmem se o lance foi ou não bem ajuízado. O mesmo acontece ao mero espectador e segundo se ouve até pelos próprios observadores das equipas de arbitragem.
Para se acabar com este clima deve-se começar por proibir as televisões de, em directo ou em diferido, repetirem até à exaustão as imagens. Apenas poderiam passar a imagem corrida, e que cada um formulasse as suas opiniões. Se calhar não haveria tantas dúvidas e os erros, a maioria deles, nem sequer eram detectados (porque, diga-se a verdade, nos estádios a maioria deles não são detectados pelos espectadores).
Temos também de reconhecer que os árbitros têm dias maus e bons, como todos os temos na nossa vida pessoal ou profissional.
Acredito que Vítor Pereira, como todos os outros que o antecederam no cargo, faz o melhor que pode e sabe para credibilizar a arbitragem e o futebol.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A maré vai subindo ...

Gota a gota, riacho a riacho, ribeiro a ribeiro, tudo desembocando no rio, este vai enchendo, enchendo ... até desaguar no mar.
É com este espírito, que se sente (pelo menos é o que nós sentimos ouvindo as rádios, lendo os jornais e os blogues, auscultando os vilacondenses), que o mar verde vai invadir a Amadora, num apoio inusitado e jamais visto nas gentes de Vila do Conde (excepto na final da Taça de Portugal com o FC Porto - aí, além do esmagador apoio dos vilacondenses (apesar de o FC Porto nos ter vindo buscar o Quim na semana que antecida o jogo) - tivemos o apoio da dita segunda circular: Benfica e Sporting).
Todos juntos e bem unidos apoiaremos o RIO AVE FC.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A maré ...

Não existem dúvidas que a maré está a encher, as ondas a favor do Rio Ave FC crescem de dia para dia. A confiança é cada vez maior.
O Estrela da Amadora que se cuide.
O Rio Ave FC vai à Amadora para disputar o desafio de igual para igual e trazer os três pontos - disso ninguém tenha dúvidas.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Bruno Esteves ...

Bruno Esteves foi o árbitro designado pela Comissão de Arbitragem para o jogo do Rio Ave FC e o Estrela da Amadora, do próximo dia 24.
Esta época apenas arbitrou jogos da Liga Vitalis e dois da Carlsberg Cup, um deles entre o Estrela da Amadora (4) e o Vizela (1).

Preparação ...

Hoje o Rio Ave vai começar a preparar o jogo com o Estrela de Amadora, equipa que, paradoxalmente, vive uma situação finaceira nada condizente com a sua situação desportiva. Por um ldo conseguiu um feito inédito no nosso futebol - ainda não pagou qualquer mês de ordenados da presente época (dois foram pagos pelo Fundo de Garantia Salarial). Por outro lado tem feito uma campanha de invejar aos seus mais directos adversários: Setúbal, Belenenses, Académica, Rio Ave FC, Paços de Ferreira, Trofense ...
Não temos a mínima dúvida que o próximo jogo merece de todos os sócios e adeptos do Rio Ave FC o maior apoio. Apoio esse que se deve reflectir na hora do jogo (sabado às 16:00 horas) com presença maciça no Estádio.
Estaremos lá a desfraldar o cachecol verde e branco, a gritar pelo RIO AVE e, estamos certos, regressaremos com o dever cumprido e três pontos na bagagem. Irá ser, com toda a certeza, o ponto de viragem, da reconquista.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Acreditar ...

Por acordo, nas duas semanas que se seguem não nos vamos pronunciar sobre a entrada e/ou saída de jogadores, esquemas tácticos presentes e futuros, comportamentos e atitudes que na nossa opinião poderiam ser susceptíveis de comentários. Muito menos especular nas entradas e saídas (o que noutras circunstâncias até nos daria algum prazer e dava pano para manga).
Fazêmo-lo em nome do Rio Ave FC, da estabilidade que necessita ter para abordar os próximos dois a três jogos muito importantes (mesmo que não decisivos).
A permanência do Rio Ave FC exige de todos nós um comportamento activo e positivo em defesa do grupo, da sua coesão, da sua motivação.
Que esta atitude seja seguida por outros que têm mais responsabilidades no clube.
A manutenção ainda é possível, como se viu (corrigimos, como se ouviu Paulo Vidal) no jogo com o Marítimo.
Temos valores, temos equipa, vamos acreditar.

Hudson ...

Hudson, jovem brasileiro que se encontra a jogar nos juniores do Rio Ave FC. Lateral direito de raiz, no passado sabado, marcou dois excelentes golos ao Penafiel (infelizmente não foram suficientes para a vitória que se desejava). Um dos golos foi uma verdadeira obra de arte, daqueles que levam público, muito público, aos estádios.
Encontrava-se a treinar com a equipa desde Setembro, mas só agora começou a jogar em competição, dado ter de passar pelo período, natural, de adapatação ao futebol europeu. Entrou em grande e mostrou que poderá ser uma mais valia para que os juniores do Rio Ave FC consigam a permanência (neste momento estão abaixo da linha de água) no principal escalão.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Ganhou-se uma equipa ...

Hoje terminaram os jogos da Taça da Liga que permitiam a passagem às meias finais.
O Rio Ave FC foi jogar ao Marítimo, arredado de qualquer hipótese de passar à fase seguinte.
Em jogos oficiais deu-se a estreia de Fábio Faria, o que é sempre de saudar - mais um jovem da cantera vilacondense que, se tiver paciência e trabalhar muito, pode atingir um patamar elevado no nosso futebol.
O Rio Ave ganhou por duas bolas a uma, com golos de Chidi e Ronaldo - contrariando a aversão quanto à concretização que os avançados vinham a manifestar nos últimos jogos.
Não se passou à fase seguinte, mas Carlos Brito pode ter ganho uma equipa, já que este jogo pode catapultar os jogadores para o seu verdadeiro valor e ser o início da recuperação que todos nós ansiamos.
Uma palavra à Direcção, que apesar do jogo não ter qualquer valor em termos de classificação na Taça da Liga, proporcionou todas as condições à equipa para disputar o encontro no seu melhor.
Por último, parabéns à equipa que pela primeira vez ganhou na Madeira.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Arbitragens ...

Não oferece dúvidas a ninguém que o golo obtido pelo Sporting no jogo com o Rio Ave FC foi num claro fora de jogo.
Situação esta que tem sido muito badalada na comunicação social e em blogues. Só que, descumpem-nos, é uma conversa da treta.
Em primeiro lugar o que as equipas de arbitragem precisam é de tranquilidade e quando erram ostensivamente quem as dirige, deve-as penalizar. Todos nós erramos, é certo que uns mais do que outros, e, por isso, uns são mais reconhecidos do que outros, pela sua competência.
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No jogo da Taça da Liga o problema do Rio Ave FC foi que se jogou para o empate, quando o único resultado para se tentar continuar na competição tinha de ser forçosamente a vitória. Também aqui houve erros, porventura mais lesivos para os interesses do Rio Ave FC do que o erro da equipa de arbitragem (o 0-0 não servia para nada, nem para dar ánimo à equipa tão fraca foi a exibição).
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Por último, ultimamente tem-se criticado muito os atacantes do Rio Ave FC. Na nossa opinião, vale o que vale, muitas delas são injustas. Raramente as bolas chegam aos nossos atacantes em boas condições. Quase sempre de costas para a baliza. Pouquissimas vezes o Rio Ave FC coloca mais do que dois homens na área adversária (excepto em livres e cantos - onde normalmente o Rio Ave FC marca golos), quase sempre aparece só um homem.
Na nossa opinião, repetimos que vale o que vale, o problema não é dos atacantes, mas da colocação da equipa em campo, de dar liberdade aos médios para entrarem, criarem rupturas, fazerem diagonais, apostarem no passe imprevisto (na magia do futebol), abrir a frente de ataque criando brechas nas defesas contrárias. Neste últimos jogos isso foi mais que evidente (os primeiros remates à baliza adversária foram efectuados após 30 minutos de jogo, a bola nem lá chegava). Isto é, é preciso muito trabalho técnico e físico. Vamos a isso.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Direcção mostra trabalho ...

Quem ontem foi ao Estádio teve a oportunidade de presenciar melhorias na fachada do Estádio.
O departamento de instalações, Engº Edmundo, mostrou estar atento à degradação da fachada e melhorou-a, o que é um sinal de vitalidade. O manter-se o património do clube em bom estado, deve ser realçado por todos nós.

Ficou-se a saber ...

Quem ler o Jornal de Vila do Conde de hoje fica a saber quem escolheu Carlos Brito para treinador do Rio Ave FC.
Mais uma vez se insiste que a época foi mal preparada. Pura ingratidão.
Recordemos que até à sétima jornada o Rio Ave FC tinha cumprido cabalmente, pelos vistos com jogadores fracos, treinadores maus e directores que não sabiam preparar a época. A única coisa que mudou a partir da sétima jornada foi a direcção e a equipa deixou de responder positivamente, principalmente nos dois últimos jogos em casa para Liga Sagres, com equipas do seu campeonato. Se nestes dois jogos tivesse alcançado uma vitória e um empate, estaria tranquilamente a meio da tabela classificativa. De quem é a culpa? Talvez de quem escolheu (os sócios) esta equipa directiva inexperiente e sem tarimba alguma no aspecto desportivo e relacionamento com a comunicação social. A opção de Carlos Brito talvez mude este estado de coisas e a equipa possa vir a retomar as boas exibições que fez frente ao Porto, Benfica, Paços de Ferreira, Marítimo, e Leixões e Braga (estes para a Taça da Liga - com duas excelentes vitórias).
Parece-nos que se está a preparar o discurso para um eventual fracasso e no caso de vir a correr bem, colher os louros em exclusivo.
Não fica bem e não dá estabilidade à equipa.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Merecidamente ...

João Eusébio, Lima Pereira, Paulo Fangueiro e todos os jogadores da época de 2007/2008 mereciam estar presentes na entrega da Taça de Disciplina.
Não sabemos se foram ou não convidados, mas que mereciam mereciam, depois das críticas que lhes foram dirigidas por comportamento menos próprio no banco de suplentes. Afinal eram críticas injustas.
A todos eles os nosso sinceros agradecimentos pela conquista de mais um título (e em ano de subida, mais é de realçar).

Jogo de experiências ... fraquinhoooooo ....

Do jogo de hoje para a Taça da Liga, Carlsberg, retivemos o seguinte:

  • entrega da Taça de Disciplina ao Rio Ave FC conquistada na época de 2007/2008 (com subida de divisão, é obra);
  • não estava presente no relvado nenhum dos (como convidados) que mais lidaram com a equipa na época transacta: Paulo Carvalho ou Paulo Fangueiro (este pareceu-nos que assistiu ao jogo);
  • não estava presente no relvado nenhum dos treinadores (principal ou o adjunto, como convidados) da época transacta;
  • Carlos Brito pretendeu acima de tudo não perder o jogo, contra um Sporting de 3ª geração (brando, lento e sem agressividade);
  • Carlos Brito voltou ao sistema do 4-4-2, e a equipa deu uma resposta muito melhor do que no Domingo com o Belenenses (falso 4-3-3);
  • O Rio Ave FC perdeu com um golo irregular (fora de jogo de quilómetros);
  • Jogo numa noite fria, sem emoção e, por vezes, muitas, mal jogado;
  • Primeira jogada de perigo do Rio Ave FC aos 35 minutos de jogo; As restantes (duas, de bola paradaS só na segunda parte)
  • Só sócios e adeptos muito maluqinhos perdem tempo a irem assistir ao vivo a jogos destes - pasmaceira completa. sorte ter havido um erro da equipa de arbitragem, senão nem tinhamos tema para conversa, tão fraquinho que foi (e já é o terceiro jogo seguido assim).

Temos uma semana pela frente, segundo parece, com gente nova a entrar e alguns a sair, que permitirá à equipa integrar-se nos esquemas tácticos do novo treinador.

Vamos ao trabalho.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Declarações e declarações ...

1ª - Passadas algumas horas sobre os jogos do fim de semana é importante analisarem-se as declarações proferidas por alguns intervenientes do futebol nacional.
Mesquita Machado, Presidente da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol, após o jogo do Benfica/Braga, proferiu declarações que ou prova tudo o que disse, ou deve ser severamente castigado pelos órgãos disciplinares do futebol nacional.
Caso contrário, o futebol nacional teve um regresso de décadas.
2ª - A defesa, impossível, que os dirigentes da APAF têm tentado fazer da equipa de arbitragem que foi manifestamente infeliz nos jogos Benfica/Braga e Porto/Trofense.
3ª - Dos treinadores do Rio Ave FC e do Sporting no lançamento do jogo da Taça da Liga de amanhã. Podem dar imenso relevo a essa competição, mas na verdade, tudo fazem para a desprestigiar - aproveitando para rodarem jogadores. E isto, perante uma competição que tem como prémio final a módica quantia de € 500.000,00, a que acrescem prémios por pontos e de passagem à fase seguinte. O que é prova, ao contrário do que se diz e é propalado pela comunicação social, que os clubes não têm dificuldades financeiras. Numa época de crise profunda quem se pode dar ao luxo de prescindir de tal quantia? Triste futebol este. Na Inglaterra, Espanha e Itália, por exemplo, os titulares fazem dois a três jogos por semana, consecutivamente, com qualidade e competitividade. Só em Portugal é que se fizerem mais do que um jogo, estão cansados. O problema não é dos jogadores - quando vão para esses países jogam ao mesmo nível que os outros. Só pode ser um problema de treinadores e de mentaliddae lusa - a começar pelos sócios que assistem a isto e assobiam para o lado, não exigem assistir a um espectáculo que pagam como de grande qualidade.

Em defesa dos dirigentes ... justa ...

Assisti, ontem à noite, ao programa Prós e Crontras na RTP1, onde se deu relevo à conquista por Cristiano Ronaldo do título de melhor jogador do mundo na época transacta.
Título esse merecidamente conquistado pelo atleta português e que a todos nos enche de orgulho.
Como sempre neste tipo de programas fala-se da qualidade dos dirigentes desportivos de Portugal, quase sempre realçando os aspectos negativos dos mesmos.
Ao contrário de muitos, pensamos que os dirigentes desportivos portugueses, havendo excepções, são pessoas sérias, impolutas e que trabalham altruisticamente em prol do desporto em Portugal. Se analisarmos, na maioria dos clubes e associações desportivas, as únicas pessoas que são verdadeiramente amadoras são os dirigentes, que ao fim do seu dia de trabalho dedicam o seu tempo livre em prol da comunidade em que estão inseridos.
Sem esse dirigentes anónimos milhares e milhares de jovens não tinham acesso à prática desportiva, não tinham oportunidades pata atingirem o estrelato. Já que o Estado se tem demitido de tais funções. Mais, tem criado todas as condições para que aqueles que se dedicam à gestão dos clubes e associações, se afastem.
Em Vila do Conde, felizmente para as associações e clubes desportivos, existe um grande apoio por parte da autarquia e em especial do Engº Mário Almeida, que tem dado frutos ao mais alto nível.
Somos dos que acreditamos nos dirigentes desportivos, que tudo fazem em prol dos clubes que dirigem, dando o seu melhor, quantas vezes sacrificando a própria família.
Aos dirigentes desportivos em geral, e em especial aos vilacondenses, aqui fazemos uma referência especifíca aos do Rio Ave FC, a nossa gratidão.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Análise dos números ...

A postura do Rio Ave FC na Liga Sagres, nesta época, é possível de várias leituras.
Uma delas é a que se prende com o fim do mandato da anterior direcção e o início do mandato da actual direcção. Isto é, a prestação da equipa até 11 de Novembro e após o 11 de Novembro de 2008.
Vejámos:
  1. até 11 de Novembro de 2008: Empates em casa com o Benfica e Porto, fora com o Marítimo, Vitória em casa com o Paços de Ferreira, Derrotas em casa com o Sporting e fora com a Académica e Setúbal. Ao todo sete jogos, seis golos marcados e cinco sofridos, seis pontos conquistados. Quatro jogos em casa, três deles com Benfica, Porto e Sporting (cinco pontos conquistados, Paços de Ferreira);
  2. após 11 de Novembro de 2008: Empate fora com o Nacional, Vitória em casa com a Naval e Derrotas em casa com Leixões, Guimarães e Belnenses, e fora com Trofense e Braga. Sete jogos, cinco golos marcados e dez sofridos, quatro pontos conquistados. Quatro jogos em casa com Leixões, Naval, Guimarães e Belenenses (três pontos conquistados)

Se acrescentarmos a estes resultados a vitória sobre o Leixões (fora) e sobre o Braga (em casa)para a Taça da Liga (arrecadou-se cerca de cem mil euros), tivemos uma equipa competitiva até 11 de Novembro de 2008, aepsar da derrota com o Gil Vicente para a Taça de Portugal. A partir daí foi o descalabro.

João Eusébio nos últimos jogos, por diversas vezes, deu a entender que era tudo uma questão de competências. Todos pensavamos que se estava a referir à qualidade dos jogadores. Agora sabe-se, porque melhor explicado, que se referia a uma questão de liderança da Direcção. E disse-o ao Presidente da Direcção.

A verdade é que o último jogo foi, dos que vimos, o pior do Rio Ave FC na presente época desportiva. A verdade é que até 11 de Novembro de 2008 o Rio Ave FC estava a cumprir integralmente. A verdade é que o balneário (e não só) deixou de estar blindado a partir de 11 de Novembro de 2008. A verdade é que, tristemente para todos nós (a começar, naturalmente pela Direcção e pelo Presidente da Assembleia Geral - que em caso algum o merecia) estamos em último lugar.

Em vez de se estar a tentar a fuga para a frente, dizendo mal dos jogadores, devem-se procurar as raízes do problema e, depois, apresentarem-se as soluções, que até poderão passar pela aquisição de novos e muitos jogadores (pelo vistos o Rio Ave FC não tem problemas financeiros. Carlos Brito já proibiu os dois juniores de treinar com os séniores, e assim vai melhorando a nossa formação).

Estreia de Carlos Brito ...

Carlos Brito assumiu o comando da equipa a meio da semana e, por isso, não teve tempo para preparar a equipa como ele gosta de jogar.
Mas quis dar um sinal claro para o que vem, não abdicando de colocar as peças no tabuleiro num claro 4-3-3, que na prática nunca o foi.
A equipa andou perdida durante a maior parte do jogo e Carlos Brito, mesmo a perder, não arriscou absolutamente nada (deu-me a sensação que preferia perder por poucos a arriscar tudo no ataque).
Na primeira parte apenas se acercou da baliza adversária por volta dos 30 minutos de jogo. Criaram-se algumas oportunidades que, por este ou aquele motivo, não se concretizaram (o mesmo sucedera à equipa adversária).
Na segunda parte o golo adversário criou mais ansiedade nos nossos jogadores, tirou-lhes discernimento e só nos últimos dez minutos, quando se jogou directo para a área contrária, se criaram, novamente, oportunidades.
O Belenenses veio a Vila do Conde com a pior equipa dos últimos anos, com fragilidades evidentes que não soubemos aproveitar e, curiosamente, apostaram mais no seu lado esquerdo (aproveitando os avanços do Miguel Lopes que por diversas vezes foi batido), por onde criaram algumas oportunidades de golo.
Num jogo pobre, fraco e mal jogado foi, dos que se efectuaram em Vila do Conde, o que mais oportunidades teve, quer de uma quer de outra equipa.
Agora há que levantar a cabeça, trabalhar, trabalhar, e durante estas duas semanas, até ao jogo com o Estrela da Amadora, recuperar psicologicamente a equipa (e os adeptos) para se começar um novo ciclo.

Futsal ...

No passado sábado a equipa de futsal defrontou em Vila do Conde a do Braga (à data 3º classificado), num jogo de vida ou de morte para o treinador Paulo Amorim.
Durante a semana cancelara treinos por não se encontrar presente qualquer massagista ou fisioterapeuta e haver jogadores a necessitarem de cuidados médicos, e os últimos resultados não eram nada animadores. Mais, se se tivesse perdido, fica-se-ía em lugar de despromoção.
A equipa, apesar do referido, deu boa conta de si e ganhou por 7-3 (e podiam ser mais).
Todos saímos satisfeitos do Pavilhão de Desportos de Vila do Conde (Apenas vim triste porque a equipa de voleibol do Ginásio Vilacondense acabara de perder com o Machico por 2-3)
A Direcção esteve presente em número apreciável, com o Presidente, pelo menos dois Vice-Presidentes e vários vogais, o que é de realçar. São estes pequenos gestos que, na maioria das vezes, são suficientes para galvanizar as equipas.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Tudo ou nada ...

Amanhã pelas 16 horas o Rio Ave FC defronta em Vila do Conde o Belenenses, num jogo importante para as duas formações. Quem vencer poderá respirar de alívio por uns tempos. O empate é penalizador para o clube anfitrião, equivalente a uma derrota.
Carlos Brito vai assumir o comando da equipa e tem como única desvantagem ter assumido o comando da equipa a meio desta semana.
Jaime Pacheco que, como Carlos Brito, assumiu o comando do Belenenses já a época tinha iniciado, apresenta como desvantagem a falta, por castigos e lesões, de nada mais nada menos que cinco titulares.
É, para o Rio Ave FC, um jogo de tudo ou nada. Em que a equipa do Rio Ave FC é indiscutivelmente a favorita e apresenta a obrigação de ganhar: tem quase a equipa completa, joga em casa, treinador novo e em estado de graça, apoio incondicional dos adeptos. E acima de tudo não pode falhar. Está-se perante aqueles momentos em que não é permitido errar.
A vitória a acontecer, como esperamos, relançará a equipa, colocando-a com toda a certeza, acima da linha de água, motiando-a para os próximos dois desafios de dificuldade alta: Estrela da Amadora e Benfica.
Por tudo o que o clube está a viver neste momento (direcção nova - com empatia entre os presidentes dos diversos órgãos sociais-, treinador novo - escolhido por unanimidade da direcção, segundo o seu presidente e não desmentido publicamente-, equipa adversária fragilizada, comunicação social local ferverosamente apoiante - vejam-se os jornais locais e as rádios no jogo em Paços de Ferreira) os adeptos têm de se mobilizar e apoiar incondicionalmente o clube e amanhã gritarem, bem alto, RIO AVE, RIO AVE!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Miguel Lopes ... prémio ...

Hoje, Miguel Lopes vai receber do Sindicato dos Jogadores o troféu de "Melhor do mês".
Justo prémio para quem tem lutado por um lugar ao sol no futebol profissional.
Aqui recentemente se afirmou que o Miguel Lopes estava de saída para o FC Porto, estando praticamente tudo acertado. Acontece que, nisto de transferências existem avanços e recuos, poderá acontecer que não se venha a confirmar. Porquê? Por duas razões. Uma foi a não comparência da Direcção do Rio Ave FC a duas reuniões com o FC Porto (propositadamente?), a outra é que a Direcção estava (e ainda estará depois do desfecho do caso de Fábio Paím?) a tentar a sua transferência para o estrangeiro (onde os valores pagos são bem maiores do que os nacionais), mas o mês de Janeiro avança e o empresário encarregado do negócio não tem tido boas notícias (a crise é global).
O dilema da Direcção é optar por ter uma pomba na mão, ou duas a voar?

Fábio Paim ...

Segundo o JN Fábio Paím deixou de treinar no Rio Ave por não fazer parte dos planos de Carlos Brito.
Esta notícia merece-nos apenas um comentário: a paz e a tranquilidade vão regressar ao balneário.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Fábio Coentrão ... e um alerta ...

Se tudo correr como vem na imprensa espanhola e no sítio do maisfutebol, Fábio Coentrão passará a partir de hoje a representar o Rio Ave FC, pois está prevista a desvinculação do Saragoça.
A apresentação do jogador como do Rio Ave FC na passada segunda-feira, foi precipitada, mas pelo que é do conhecimento público, não trará qualquer dissabor de âmbito desportivo ao Rio Ave FC, pois os dirigentes do clube espanhol não irão participar os factos às entidades competentes (presume-se por se quererem ver livres do jogador). Esperemos é que em Portugal não venham clubes a participar tais factos aos Conselhos de Disciplina da LPFP ou da Federação.
Estão, assim, justificadas as ausências do jogador aos treinos de ontem e anteontem.
Só um alerta: verificar antes da inscrição do atleta na LPFP e na Federação se o atleta não se considera inscrito numa mesma época por três clubes (permitido) e participou em jogos oficiais por Benfica e Saragoça (o que nãp permite jogar no Rio Ave FC)? Lembrem-se do que aconteceu ao Belenenses na época passada.

Remates e remates ...

Ontem o Rio Ave FC disputou para a Taça da Liga o jogo com o Paços de Ferreira em casa deste.
Segundo o jornal "O Jogo" fizeram-se, ao todo, 17 remates. 9 deles na direcção da baliza e 6 para fora. Dos 9 direccionados à baliza, 7 pertenceram ao Paços de Ferreira e 2 ao Rio Ave FC.
A assistência ao jogo não terá ultrapassado os duzentos espectadores. Apoiantes do Rio Ave terão sido cerca de oito. O jogo foi a meio da semana, à noite e estava bastante frio.
Como é que or organizadores dos torneios querem ter muitos adeptos nos Estádios se nos jogos, em Portugal, falta o sal e a pimenta? Com tão poucos remates às balizas, as oportunidades de golo são escassas, logo não existe emoção, adrenalina, pelo que os adeptos aos poucos e poucos vão deixando de ir assistir aos jogos. É que não é desculpa o horário do jogo e o mau tempo. Nos outros países, também, isso existe. A diferença é na atitude como são encarados os jogos, no espectáculo, na emoção, na combatividade. Enquanto em Portugal não se mudar o modo de encarar os jogos, o público nos Estádios cada vez será em menor número.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Futuro é em frente ...

Passado é passado e todos temos é que encarar o futuro do Rio Ave FC de frente e cada um tentar, dentro ds suas possibiliddaes, contribuir para que o futuro seja melhor.
Neste momento o futuro passa por Carlos Brito, inegavelmente um treinador que tem sido talismã para o Rio Ave FC. Esperemos que o continue a ser.
Agora não pensemos que a vinda do Carlos Brito, por si só, vai resolver todos os problemas do clube. Não vai. Vai ser necessário que a liderança da Direcção seja forte e coesa, que os jogadores percebam que a Direcção está com o treinador, que os jogadores respeitem, pelo menos, o Presidente da Direcção e o Vice-Presidente do Futebol Profissional - e não sejam motivo de chacota. Que quem está a desenvolver um trabalho de "psicólogo" junto do grupo profissional, numa terapia de grupo como nunca foi visto em Vila do Conde, desenvolva o seu trabalho e o mesmo seja assimilado pelo grupo como benéfico e não como uma brincadeira.
Se se conseguir isto, acreditamos que o futuro do Rio Ave FC é na Liga Sagres. Se a Direcção não se impuser com uma liderança forte, unida, coesa e bloqueada, as dificuldades irão ser muitas e, quem sabe, nem Carlos Brito nem qualquer outro treinador consegue atingir os objectivos da manutenção.

Primeira hora ...

Na cidade de Vila do Conde existem três espaços que disputam entre si as novidades, dicas e tricas do que se passa no seio do Rio Ave FC.
O primeiro é o muro em frente ao Bompastor; o segundo é um estabelecimento de restauração no Monte; e o terceiro é na Praça Vasco da Gama.
Segundo rezam as crónicas é nesses locais que as novidades saiem fresquinhas e que depois, através da voz do povo, se propagam aos sete ventos.
Parece que o muro em frente ao Bompastor tem perdido o seu protagonismo, ao ponto de haver quem lhe chame já o muro das lamentações. Pelo que as novidades de última hora, fresquinhas, fresquinhas, só mesmo nos outros dois locais.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Carlos Brito já começou ...

A partir de hoje o treinador do Rio Ave FC é Carlos Brito. É um re-regresso ao nosso clube, onde, no passado, mostrou talento e arte para levar a bom porto o clube.
Hoje é um treinador mais maduro, com outras vivências, possivelmente mais forte do ponto de vista psicológico, o que será importante para os desafios que se aproximam.
Ao seu lado tem uma direcção que apostou a sua credibilidade nesta tomada de posição, pois foi, ao que se sabe, a segunda grande tomada de posição destes corpos directivos. A primeira foi a contratação de Fábio Coentrão.
Nos próximos dias novidades devem surgir, pois é natural que o novo treinador queira ter jogadores da sua confiança e, porventura, dispensar jogadores que não se encaixem nos seus métodos de trabalho. E conhecedor que está das outras equipas em competição (era comentador residente da Sport TV e, por isso, viu muitos jogos da Liga Sagres), sabe bem o que é preciso para levar a nau a bom porto.
Se a sua arte e engenho não forem suficientes para endireitar a nau, que os deuses do Olimpo estejam com ele.

A João Eusébio e Lima Pereira ...

Neste momento, algo conturbado, da vida dos dois treinadores, João Eusébio e Lima Pereira, há que reconhecer que enquanto profissionais do Rio Ave FC foram de uma dedicação ímpar, acompanhando todo o futebol do clube: desde a formação até aos profissionais. Nessa medida foram profissionais e, também, por isso merecem o maior respeito de todos os sócios do clube.
Tanto quanto se sabe, tiveram oportunidade de irem treinar outros emblemas, mas foram-lhes dadas garantias de que contavam com o seu trabalho até ao fim da época. Face aos resultados desportivos a ligação profissional com o clube terminou abruptamente, por onde normalmente o fia se parte (treinadores).
Não temos qualquer dúvida que a situação da equipa técnica estava insustentável, não pela sua qualidade, mas pelo modo como o futebol é por todos encarado e vivido (jogo a jogo, domingo a domingo). Por isso, não nos surpreendeu a demissão de João Eusébio e Lima Pereira. Resta-nos respeitá-los enquanto homens e profissionais.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Rei morto, rei posto ...

A Direcção do Rio Ave FC reagiu da maneira que quase todos estavam à espera: João Eusébio deixou de ser o treinador principal.
O contrato terminará com acordo das partes ou não?
Ainda não se sabe se os restantes elementos da equipa técnica, também, cessam o seu trabalho no clube, se integrarão a nova equipa técnica ou irão desempenhar outras funções no clube. Durante o dia de hoje deve ficar definido.
O rei foi morto. Quem vai ser entronizado como novo rei?
Palpita-me que é CARLOS BRITO, excepto se este recusar. E porquê Carlos Brito? Porque é tido por muitos associados como o D. Sebastião do Rio Ave FC.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Jogo para recordar ...

É o fado (destino) que os jogos em Vila do Conde entre o Rio Ave e o Vitória (Guimarães) terminam com muitos golos.
Neste jogo, é daqueles que leva público aos estádios (golos, emoção e aqui e além bem jogado), o Rio Ave FC acima de tudo não foi feliz. Teve praticamente as mesmas oportunidades que o adversário, só que este foi mais eficaz. O vencedor foi encontrado em pequenos pormenores, que os homens de Guimarães souberam aproveitar, ao contrário dos do Rio Ave FC.
Do lado do Guimarães sobressaiu, pelo que jogou, marcou e deu a marcar, Luís Filipe (regresso à boa forma?). Do lado do Rio Ave destaco dois jogadores Livramento e André Vilas Boas (não entendo a mania de o substituir - Niquinha estava bem pior, quer a defender, quer no passe da bola).
Jogo ingrato para Paiva, sem ter grande trabalho, sofre quatro golos, praticamente indefensáveis.
Menos bem estiveram Gaspar (longe da grande forma, desatento no primeiro e terceiro golos e alguns cortes de arrepiar), Delson (sem ritmo de jogo, joga com a bola no pé e quando a perde não pressiona, desiste do lance - bem substituído). Miguel Lopes bem a atacar, mas esquece-se que é defesa e está (por ausência) no segundo e terceiro golos.
Lamentável o estado da relva - a partir dos quinze minutos parecia um campo agrícola (pouco tratamento ou muito treino em cima do relvado?), principalmente na faixa central, de baliza a baliza. É preciso rever esta situação, sob pena de não se conseguir recuperá-lo.
Eusébio tem a cabeça a prémio - não acreditamos que sobreviva a este desaire, era a oportunidade porque muitos esperavam. A ver vamos.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Tristemente perdemos ...

Derrota pesada, e justa, do Rio Ave FC por quatro bolas a duas contra o Guimarães.
Neste jogo salvou-se a exibição do Livramento. A exibição dos demais ficou muito aquém do que são obrigados a fazer e para o que são, principescamente (comparando com os comuns dos mortais), pagos.
Nota-se que vários jogadores que foram preponderantes nos êxitos recentes da equipa, não estão bem: Paiva, Bruno Mendes, Gaspar, Miguel Lopes, Delson, Evandro, Niquinha e Ronaldo, entre outros.
Sabe-se que os salários estãoItálico em dia, por isso não se compreende o que se passa, pois os jogadores não desaprenderam de jogar de um dia para o outro. Contudo mostram um nervosismo inexplicável, mesmo estando a vencer como se viu neste jogo. E não se venha dizer que a culpa é do treinador: não há treinador que resista a erros tão primários como os que se verificaram no jogo de hoje. Será por se estar em período de reformulação da equipa, com entradas e saídas de jogadores? Será porque os jogadores deixaram de estar com o treinador?
Apesar desta derrota, humilhante, acredito no Rio Ave FC, mas tem que actuar como equipa, sem vedetismos e todos puxando para o mesmo lado - o que hoje não se viu. Logo num dos jogos mais importantes desta época, pois a vitória traria uma importante tranquilidade na tabela classificativa.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Entradas e saídas ...

O Rio Ave Futebol Clube está a mexer neste período de inscrições.
Entradas certas: Fábio Coentrão e Fábio Paím.
Jogadores pretendidos: Adriano, Bolatti e Candeias (todos do FC Porto).
Saída certa: Miguel Lopes. Caso dois dos três jogadores pretendidos do FC Porto aceite representar o Rio Ave nesta época, Miguel Lopes sai já, caso contrário só sai para a próxima época. O Rio Ave FC recebe ainda a módica quantia de 700.000,00 Euros.
Também é certo que Fábio Coentrão começa a treinar no Rio Ave FC no início da próxima semana.
Questões que desconhecemos é quem pagará os salários dos atletas que vão passar a representar o clube, já que o seu valor não é minimamente equivalente aos jogadores que já estão no clube.
Quem se mantém - só após ter havido ameça de abandono de, pelo menos, um Vice-Presidente da Direcção - é Vítor Gomes.

Sem qualquer minuto ...

Até ao presente momento todos os clubes e sad's que competem na Liga Sagres têm no seu plantel jogadores que ainda não fizeram qualquer minuto no campeonato nacional. (Veja-se artigo no JN de hoje)
No Rio Ave Futebol Clube estão nessa situação: Mora, Ribeiro, Bruno Novo, Fábio Faria, Pedro Coentrão e Ricardo (este ainda júnior).
Alguns deles já jogaram em competição oficial (Taça da Liga e Taça de Portugal).
Destes jogadores a situação do Ribeiro é a mais surpreendente de todas, pois é um atleta com mercado e que não conseguiu impôr-se no Rio Ave FC.
Mora, por um lado devido a lesões que o têm apoquentado e à opção, justa, por Paiva, não teve ainda a oportunidade de mostrar o seu (excelente) valor. Já jogou para a Taça da Liga.
Fábio Faria é um caso de estudo, já que tem vindo a fazer óptimas pré-épocas e, depois, é remetido ao esquecimento. Até quando?
Bruno Novo foi lançado na Taça da Liga, muito aplicado, lutador e a tentar conquistar o lugar que está bem preenchido por Miguel Lopes e na sua ausência por Wires.
Pedro Coentrão ex-junior, veio de uma lesão e naturalmente anda à procura do seu espaço na equipa.
Ricardo é um valoroso junior, que treina com a equipa sénior e tem mostrado desenvolvimento técnico e táctico que lhe poderão permitir abraçar a carreira de jogador profissional com alguma facilidade.